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07/08/2007 - LUCRO DOS BANCOS

Bradesco lucra R$ 4 bi.

Venda de participação na Serasa e na Arcelor ajudaram para que resultado do primeiro semestre fosse 28% superior ao do mesmo período de 2006.

A esperada safra de lucros recordes do sistema financeiro começou ontem com a divulgação dos resultados do Bradesco. Nos primeiros seis meses do ano, os ganhos do banco atingiram R$ 4 bilhões, número 28% superior ao registrado em igual período de 2006 (R$ 3,1 bilhões). O lucro líquido — inferior apenas ao computado pelo Banco do Brasil no ano passado — foi elevado em R$ 501 milhões pela venda de participações acionárias que o Bradesco tinha na Serasa, empresa que controla dados de clientes bancários, e na siderúrgica Arcelor. “Mas, mesmo que não tivéssemos esses eventos extraordinários, o ganho de R$ 3,5 bilhões seria o maior do banco para um primeiro semestre”, disse o presidente da instituição, Márcio Cypriano. A rentabilidade sobre o patrimônio bateu em 36,3%. Mantida essa média de retorno, em três anos o Bradesco dobrará de tamanho.

Segundo Cipriano, os números contabilizados pelo Bradesco refletem o bom momento da economia brasileira — a expectativa do banco é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 4,9% em 2007, com juros em queda e inflação sob controle. “Todas as nossas operações registraram incremento”, afirmou. Do lucro, 25% vieram da carteira de crédito, que totalizou R$ 130,8 bilhões, com expansão de 23% sobre os primeiros seis meses do ano passado. As receitas de R$ 5,1 bilhões com prestação de serviços (incluindo as tarifas bancárias) contribuíram com outros 29% do resultado. As áreas de seguros, previdência e capitalização garantiram 31% dos ganhos e o restante dos negócios, 15%.

“As perspectivas para os próximos meses são bastantes favoráveis. Independentemente das recentes turbulências externas, os fundamentos do país continuam firmes. E isso garante o crescimento sustentado da economia”, afirmou Cypriano.

Investimentos produtivos

A confiança nos negócios é tanta, destacou o presidente do Bradesco, que a instituição elevou as estimativas de aumento das operações de crédito. Antes dos resultados do primeiro semestre, as apostas eram de que a carteira de empréstimos e financiamentos cresceria entre 20% e 25% neste ano. “Agora, estamos projetando expansão entre 21% e 27%”, assinalou. A revisão foi resultado, sobretudo, da volta das grandes empresas ao mercado de crédito. “Até recentemente, as grandes companhias estavam buscando recursos no mercado de capitais, por meio do lançamento de ações e de debêntures. Mas voltaram a demandar financiamentos para tocar projetos que estavam nas prateleiras”, contou. Entre janeiro e junho, os empréstimos do Bradesco a empresas avançaram 23,5%, para R$ 80,9 bilhões.

“Mas todas as operações de crédito cresceram”, reforçou Cypriano. Os financiamentos a pessoas físicas saltaram 22%, totalizando R$ 49,8 bilhões. No crédito imobiliário, disse o executivo, foram consumidos, nos primeiros seis meses do ano, R$ 1,5 bilhão dos R$ 3 bilhões disponibilizados pela instituição. Foram financiados 13,3 mil imóveis, um recorde para o período. “Caso a demanda supere os R$ 3 bilhões, temos dinheiro em caixa para ampliar a oferta de recursos”, enfatizou. “O mercado de imóveis está muito aquecido. Os bancos estão mais seguros em operar nesse mercado diante da maior segurança jurídica dos contratos”, emendou o presidente do Bradesco. “E o bom é que o crédito está crescendo com a inadimplência praticamente estável; no nosso caso, em 3,6%.”

Cypriano garantiu que, com os resultados do primeiro semestre, o Bradesco manteve a liderança entre os bancos privados, com ativos de R$ 290,6 bilhões — mais 24,7% sobre junho de 2006. Para manter a dianteira do mercado, a instituição abrirá 150 agências neste ano, média que deverá se repetir nos próximos três anos. “Vamos priorizar as grandes cidades e municípios que têm despontado com grande potencial econômico”, afirmou. Os investimentos do banco nos seis primeiros meses, incluindo infra-estrutura, informática e telecomunicações, chegaram a R$ 977 milhões. O Bradesco fechou o semestre com valor de mercado de R$ 95,5 bilhões. É quanto os investidores teriam que desembolsar se, de forma hipotética, comprassem todas as ações do banco.

Em breve, subsidiária em Londres

Apesar das turbulências que sacodem o mercado internacional, o Bradesco decidiu ampliar seus negócios no exterior. A instituição abrirá uma distribuidora de títulos (broker dealer, em inglês) em Londres, cujo capital inicial será de US$ 5 milhões. A subsidiária do maior banco privado do país só está esperando as autorizações dos bancos centrais do Brasil e da Inglaterra, que devem sair em, no máximo, 90 dias, para entrar em operação. A missão da distribuidora será intermediar a venda de ações e de títulos de renda fixa de empresas brasileiras a investidores europeus. “Londres é o maior mercado da Europa e está em efervescência. Além disso, os europeus têm mostrado grande apetite pelo Brasil”, afirmou o presidente do Bradesco, Márcio Cypriano.

A subsidiária londrina reforçará o papel que hoje é executado pela unidade que o Bradesco abriu em Nova York há três anos. “Nossas operações cresceram muito, o que nos levou a antecipar a abertura da distribuidora em Londres. A meta inicial era de que essa unidade só entrasse em operação em 2008”, contou o vice-presidente do Banco Bradesco de Investimento, José Luiz Acar Pedro. Segundo ele, com a perspectiva de o Brasil receber a chancela de grau de investimento, dado pelas agências de classificação de risco, o interesse pelo país só tende a crescer. “Estamos nos antecipando a esse movimento”, acrescentou.

De olho na Ásia

O foco do Bradesco serão os investidores institucionais, ou seja, fundos de pensão e seguradoras, donos de patrimônios bilionários. Muitos desses investidores ainda não podem destinar recursos para o Brasil, justamente porque o país ainda não é classificado como grau de investimento. “O Brasil tem tudo para atingir esse nível. Os fundamentos da economia estão muito mais sólidos do que no passado”, destacou Acar Pedro, certo de que o atual momento de incerteza no mercado mundial, devido aos calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, é passageiro. “Por isso, antecipamos nossos planos para Londres. O Bradesco não olha para o curto prazo. Seus planos levam um horizonte mais longo”, frisou.

A estrutura do Bradesco na capital inglesa será bastante enxuta. Terá apenas quatro funcionários (em Nova York, são sete). Os investimentos da instituição para abrir a unidade londrina consumirão 2 milhões de libras (cerca de R$ 7,7 milhões) em seu primeiro ano. “Mas tudo indica que, já no segundo ano de operação, a distribuidora dará um superávit (lucro)”, disse o vice-presidente do banco. Indagado se os planos de crescimento do Bradesco se limitam a Londres, Acar Pedro destacou que a instituição está em fase avançada de estudos sobre os mercados asiáticos. “Mas não temos pressa. Vamos tomar a decisão na hora correta”, assinalou. A China, segundo ele, está no radar da instituição. E há a possibilidade de que a unidade a ser aberta na Ásia agregue funções de banco comercial e de investimentos. (VN)

Ajuda ao BB no Maranhão

O Bradesco teve de ajudar o Banco do Brasil a pagar os servidores públicos do interior do Maranhão, por falta de estrutura da instituição estatal em executar o serviço. “Fizemos isso com a maior boa vontade, apesar de termos entrado com mandado de segurança contra o governo maranhense por quebra de contrato”, disse o presidente do Bradesco, Márcio Cypriano

Há pouco mais de dois meses, o governador Jackson Lago (PDT) decidiu romper, de forma unilateral, o acordo que garantia ao Bradesco as contas dos servidores estaduais. O banco privado havia assumido o serviço em contrato assinado com o estado, a União e o Banco Central durante a privatização, em 2004, do Banco do Maranhão, pelo qual pagou R$ 78 milhões.

“O contrato previa que as contas dos servidores ficariam no Bradesco até 2010. Mas o governo do Maranhão passou por cima de tudo e decidiu transferir os serviços para o Banco do Brasil”, contou Cypriano. “Até entenderíamos se isso acontecesse porque não estivéssemos prestando bons serviços, o que não é o caso. Pelo contrário, fizemos investimentos, estamos presentes em todo o estado, inclusive com o Banco Postal”, ressaltou o presidente do Bradesco. Ele afirmou que, mesmo sendo um fato isolado, a quebra de contrato pelo governo do Maranhão inibe os investidores.

Comentário do Sindicato: Esse lucro deveria ser melhor distribuido àqueles que realmente produzem, ou seja, os funcionários...




Fonte: CORREIO BRAZILIENSE

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