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30/08/2007 - GREVE DOS FISCAIS AGROPECUÁRIOS

Para o governo, a negociação acabou

"Paralisação é chantagem", diz o ministro do Planejamento.

O governo endureceu o discurso e ameaçou cortar o ponto dos fiscais federais agropecuários em greve. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem que a paralisação já resvala para o terreno da “chantagem” e avisou que o governo chegou ao limite nas negociações. “Nós já demos as negociações por encerradas”, afirmou. “Vamos disputar na Justiça, cortar o ponto de quem não voltar ao trabalho. Não podemos ficar numa negociação à base de chantagem.”

Salário

Grevistas querem reajuste de 45% e rejeitaram proposta do governo de alta de 20,3% dividida em três anos.

Os fiscais rejeitaram a proposta de reajuste salarial médio de 20,3% em três anos e retomaram a greve na terça-feira. Eles reivindicam um aumento de 45%. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que, com a retomada do movimento, a proposta de negociação foi retirada, “pois o governo não aceita ser refém da categoria e vai adotar todas as medidas cabíveis para amenizar os impactos no setor produtivo”.

O ministro contou que tem alertado os deputados da bancada ruralista para que não incentivem a paralisação porque o governo não irá melhorar a proposta apresentada. A fiscal Rosinha Peroni, que integra a comissão negociadora da Associação Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa), respondeu que “não é bom para um ministro faltar com a verdade”. “É o governo que faz chantagem. Foram assumidos compromissos em 2005 e até agora eles não foram cumpridos”, afirmou.

Entre esses compromissos, ela citou a extensão de gratificação aos servidores inativos e aos pensionistas. Em relação à ameaça do corte de ponto, ela disse que os fiscais têm o direito de fazer greve e que as determinações da Justiça estão sendo cumpridas. O Ministério da Agricultura conseguiu uma decisão judicial que obriga a categoria a manter 60% dos fiscais trabalhando para atender à demanda nas unidades técnicas de serviço localizadas em frigoríficos, abatedouros, indústrias, barreiras fiscais e alfandegárias; e 30% nas demais atividades.

O ministério informa que recorreu à Justiça Federal para garantir a normalidade dos serviços, tendo o cuidado para que o fluxo das exportações pudesse ocorrer normalmente e garantir os compromissos dos empresários brasileiros no abastecimento do mercado mundial.

Caso o número de funcionários não seja suficiente para esse atendimento, o percentual será ampliado pelo Ministério da Agricultura por meio dos 901 fiscais federais lotados em cargos de confiança e 458 fiscais em estágio probatório (com menos de dois anos no cargo e sem estabilidade no emprego). São 3.200 fiscais em todo o Brasil. Stephanes também cancelou as autorizações de viagens e chamou servidores em férias. Paulo Bernardo defendeu a regulamentação o direito de greve do funcionalismo público.
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Aduana lotada no Oeste de SC

Dionísio Cerqueira

A aduana de Dionísio Cerqueira, na fronteira de Santa Catarina com a Argentina, começa a represar cargas em virtude da greve dos fiscais agropecuários federais. Ontem, o pátio estava lotado com 200 caminhões e, havia 40 veículos no lado de fora, sendo dez no lado brasileiro e 30 no lado argentino.

O chefe da inspetoria da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Arnaldo Borteze, disse que a situação ainda não chegou aos mesmo nível de paralisações anteriores devido aos mutirões realizados no início da semana, para liberação de cargas.

Na segunda-feira, quando reiniciou a greve, os fiscais liberaram os caminhões que haviam chegado até o final de semana, antes da greve. Na terça-feira, foi a vez da Receita Federal fazer um mutirão, liberando 123 caminhões.

Em dias de movimento normal são liberados 90 caminhões. Ontem, já liberando apenas o que é exigido por lei, foram despachados 40 caminhões. A tendência é acumular 40 a 50 caminhões por dia. Caso a greve continue, a fila deve ultrapassar os 300 caminhões no início da próxima semana. O prejuízo pode chegar a R$ 500 mil por dia.


Fonte: A NOTÍCIA

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