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05/10/2007 - BESC RENASCE, MAS SEU FUTURO É INCERTO...

Hoje começa um novo capítulo na história do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), fundado no dia 21 de julho de 1962 pelo então governador Celso Ramos e federalizado em 10 de dezembro de 1999. Na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Guido Mantega e o governador Luiz Henrique assinam o termo aditivo que altera o contrato de federalização do Besc, permitindo sua incorporação pelo Banco do Brasil (BB). O contrato valerá por cinco anos, com a possibilidade de renovação por mais um ano. Este é o período de tempo no qual o Banco do Brasil se compromete a manter a marca e as 139 agências pioneiras do Besc.

O ato de hoje, marcado para começar às 10h, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, envolve, ainda, a antecipação de R$ 270 milhões dos títulos da federalização do Instituto de Previdência de Santa Catarina (Ipesc), R$ 250 milhões pela administração das contas-salário do funcionalismo estadual e o compromisso de que o BB assumirá, assim que encampar, definitivamente, o Besc, a prestação dos serviços bancários ao governo catarinense. O governador também assina, hoje, portaria revogando o leilão das contas-salári vencido pelo Bradesco.

De acordo com o representante do Banco do Brasil, Guilherme Frantz, não haverá demissões, embora não seja possível avaliar o futuro dos 3.210 funcionários do Besc como, por exemplo, se eles terão equiparação salarial e os benefícios dos trabalhadores do BB.

- O Banco do Brasil nunca teve demissão de funcionário.

A partir do momento da incorporação, que só acontecerá, de fato, depois da aprovação do Senado, da assinatura de um decreto pelo presidente Lula e da avaliação da situação financeira dos dois bancos envolvidos na transação (veja box), processo que tem até 12 meses para acontecer, agências do Besc poderão ser transformadas em agências de atendimento especializado (o BB tem unidades que só atendem ao setor empresarial ou a clientes de maior poder aquisitivo), explica Frantz.

Os representantes dos dois governos não temem as ameaças do Bradesco, de entrar na Justiça. O entendimento é de que o processo de incorporação não tem que passar por licitação e que a Medida Provisória 2192/70, editada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, abre a possibilidade de absorção de uma instituição por outra.

- Essa foi uma das primeiras preocupações do governo - argumentou o representante do Tesouro Nacional, Leandro Giacomazzo.

Negócio englobará também o prejuízo de R$ 800 milhões

Além da estrutura de Besc e do Besc SA Crédito Imobiliário (Bescri), o BB englobará prejuízo de R$ 800 milhões, pois o lucro que o Besc vem conquistando desde 2003 não foi suficiente para cobrir o rombo existente anteriormente.

No primeiro semestre de 2007, o Besc registrou lucro de R$ 47 milhões, mantendo cerca de 600 mil contas ativas, em 445 pontos de atendimento espalhados pelo Estado. Tanto o secretário de Articulação do Estado, Ivo Carminati, quanto o presidente do Besc, Eurides Mescolotto, o 20º e o último presidente do banco, ressaltaram que Lula e Luiz Henrique cumprem, hoje, a promessa de manutenção do Besc público, feita em 2002, quando os dois ainda eram candidatos a presidente e a governador, respectivamente.

Segundo Carminati, parte da dívida (R$ 1 bilhão), estimada em R$ 1,6 bilhão, pela federalização do Besc, está "equacionada" e passa a integrar a parcela que o governo estadual envia à União. Na situação atual, o débito só aumenta pois havia acordo. O negócio também foi motivado pela corrida que há entre os maiores bancos do país pela liderança. A venda do ABN Amro para o Santander ameaça a liderança do Bradesco no setor privado, cujo crescimento preocupa o líder Banco do Brasil.

- O BB é, o melhor banco do país - sentenciou Guilherme Frantz.


Fonte: DC/FABIAN LEMOS

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