BRASIL: "ÚNICO PA͍S NO MUNDO ONDE O POVO QUE É ROUBADO
É O MESMO QUE DÁ PODER AO LADRÃO"
Ações Jurídicas
Artigos
Base Territorial
Convenções e Acordos Coletivos
Convênios
Denúncia contra Bancos
Diretoria
Esportes
Eventos
Fale conosco
Índices de Reajustes Salariais
Links
Localização / sede
Matérias
Notícias
Noticias jurídicas
Notícias RSS
Saúde
Segurança Bancária
Sindicalize-se
Untitled Document
NOTÍCIAS
Gerais
Jurídicas
RSS
Saúde
Segurança Bancária
 Notícias Gerais

Confira as últimas notícias Gerais :

16/10/2007 - MAIS TEMPO PARA VIRAR APOSENTADO...

A nova reforma da Previdência quer adiar a aposentadoria do trabalhador brasileiro. Para equilibrar as contas do sistema, o governo Lula defende que homens e mulheres contribuam por mais tempo para ter direito ao benefício. As mudanças, no entanto, só devem valer para quem ingressar no mercado a partir da alteração das regras.

O modelo do Ministério da Previdência estica em cinco anos o prazo de contribuição. Se, hoje, as mulheres precisam pagar a Previdência por 30 anos para conseguir se aposentar, no futuro, teriam que arcar com os repasses por 35 anos. Para os homens, o prazo passaria de 35 para 40 anos. A proposta faz parte de um pacote de mudanças que está sendo negociado diretamente pelo governo com trabalhadores e empresários.

O grupo ainda está longe de um consenso, mas a idéia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é conseguir encaminhar um projeto de reforma para o Congresso no final deste ano. Emplacar a aprovação dessa reforma da Previdência seria a prioridade do Planalto para 2008, ao lado da reforma Tributária.

- Já estamos atrasados com essas mudanças. Quanto mais tempo demorar, pior - alerta o ministro da Previdência, Luiz Marinho.

Técnicos da Previdência sustentam que essa seria uma maneira de evitar um colapso no sistema para as próximas gerações. E a culpa de tudo isso é a melhoria da qualidade de vida das pessoas: o brasileiro está vivendo mais. A justificativa do governo é acompanhada de números curiosos. Dos 35,5 milhões de contribuintes, 491 mil estão acima de 90 anos. Destes, 159 têm entre 110 e 127 anos.

- Precisamos de mais tempo de contribuição. Ou ajustamos o equilíbrio que temos hoje, conquistado a duras penas, ou vai estourar lá na frente - argumenta Marinho.

Ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Marinho tem consciência que o tema é polêmico. Convicto da necessidade de uma reforma, porém, ele já expôs a idéia a trabalhadores e empresários que participam do Fórum da Previdência. O grupo tem se reunido desde fevereiro, com o objetivo de traçar os rumos do setor para os próximos 40 anos, mas nos bastidores transformaram os encontros em uma guerra de forças.

Empresários pressionam por medidas mais rigorosas, e até mesmo queriam que a reforma já valesse para a atual geração. Já os representantes dos trabalhadores fazem valer o trânsito entre os petistas do próprio ministério para barrar medidas mais radicais. A prova é que o impasse não se resume ao tempo de contribuição.

Apesar de ter sido implantado durante do governo Fernando Henrique Cardoso, o fator previdenciário também está entre as prioridades da proposta de Marinho. Essa equação garante um maior benefício ao cidadão que demora mais para se aposentar e, como conseqüência, representa um incremento para a Previdência. O ministro já avisou que só abre mão deste mecanismo se os trabalhadores aceitarem estabelecer idade mínima para a aposentadoria.

- Topo qualquer um dos dois, desde que guarde equilíbrio - adianta.

A sugestão soa como uma provocação à CUT. O atual presidente da central, Arthur Henrique da Silva Santos, não só é contra o prazo de contribuição como também briga pela pelo fim do fator, e nem quer ouvir falar em idade mínima. Para o próximo encontro ele já se municiou dos números e pretende rebater as pressões do governo e dos empresários. Pelos seus cálculos, a aplicação do fator faz com que o trabalhador só consiga se aproximar da aposentadoria integral se pedir baixa aos 35 anos de contribuição e 63 de idade.

- E como a expectativa de vida aumenta ano a ano, as pessoas não sabem mais quando podem se aposentar - reclama o presidente.

Três dias foram reservados na busca de uma saída para esse impasse. Nos dias 30, 31 e 1º de novembro, trabalhadores, empresários e governo se reúnem em Brasília. Do encontro, deve sair um documento que será encaminhado ao presidente Lula com as sugestões.





Fonte: DC

 Outras Notícias

13/11/2018 - CENTRAIS SINDICAIS DEBATEM REFORMA DA PREVIDÊNCIA

13/11/2018 - BOLSONARO E O DESEMPREGO

13/11/2018 - CAIXA ECONÔMICA CONFIRMA QUE DECISÃO DO STF SOBRE FGTS NÃO GERA DIREITOS EM 2018

13/11/2018 - AUTÔNOMO TEM DE GANHAR O DOBRO DE TRABALHADOR CLT PARA MANTER PADRÃO

13/11/2018 - GOVERNO DE BOLSONARO VAI PROMOVER CORTE DE CARGOS EM BANCOS ESTATAIS

13/11/2018 - BANCO HSBC PLANEJA RETORNAR PARA O BRASIL

12/11/2018 - GRANDES BANCOS LUCRAM 12,7% MAIS NO 3º TRI E SINALIZAM MAIOR APETITE POR CRÉDITO

12/11/2018 - CAMPANHA JÁ SUPERA 2 MILHÕES DE ASSINATURAS CONTRA AUMENTO DE SALÁRIO DO STF

12/11/2018 - UM ANO DE VIGÊNCIA DA REFORMA TRABALHISTA, NÃO GEROU EMPREGO E PRECARIZOU TRABALHO

12/11/2018 - REFORMA TRABALHISTA FOI A MAIOR PROPAGANDA ENGANOSA DO GOVERNO TEMER

  Sindicalize-se
+ Detalhes  
  Eventos
FESTA DOS BANCÁRIOS...
+ Detalhes
Itajaí - SC | Rua José Ferreira da Silva, 48 - Cx. Postal 118 - Centro | Telefone: (47) 3348-6374 |||  By Vale da Web
Copyright © 2018 SEEBI. Todos os Direitos Reservados.