BRASIL: "ÚNICO PA͍S NO MUNDO ONDE O POVO QUE É ROUBADO
É O MESMO QUE DÁ PODER AO LADRÃO"
Ações Jurídicas
Artigos
Base Territorial
Convenções e Acordos Coletivos
Convênios
Denúncia contra Bancos
Diretoria
Esportes
Eventos
Fale conosco
Índices de Reajustes Salariais
Links
Localização / sede
Matérias
Notícias
Noticias jurídicas
Notícias RSS
Saúde
Segurança Bancária
Sindicalize-se
Untitled Document
NOTÍCIAS
Gerais
Jurídicas
RSS
Saúde
Segurança Bancária
 Notícias Gerais

Confira as últimas notícias Gerais :

18/09/2018 - CORRENTISTA DE BAIXA RENDA USA MAIS DINHEIRO VIVO NAS TRANSAÇÕES

Levantamento mostra que esse grupo de consumidores retira do banco mais de 80% dos rendimentos e usam o dinheiro para transações básicas, como pagamento de contas e compras em lojas

Apesar de a maioria da população brasileira ter algum tipo de relação com banco, 35% das pessoas com renda de até R$ 1 mil mensais sacam quase tudo que ganham - ou seja, fazem praticamente todas as suas transações com dinheiro vivo. Levantamento da plataforma de educação financeira GuiaBolso mostra que esse grupo de consumidores retira do banco mais de 80% dos rendimentos e usam o dinheiro para transações básicas, como pagamento de contas e compras em lojas.

O levantamento do aplicativo de finanças mais baixado do País faz parte de uma parceria inédita, apoiada pelo Banco Central, com a consultoria Plano CDE e a Fundación Capital, para facilitar o entendimento das finanças e diminuir as barreiras entre esse público de renda mais baixa e o sistema financeiro.

A pesquisa - feita em junho com 193 mil usuários do aplicativo em 14 Estados - mostrou ainda que o saque da conta aumenta conforme a faixa etária avança. Entre os que têm entre 36 e 49 anos, por exemplo, o porcentual sobe para 44%. No caso das pessoas de baixa renda acima de 50, mais da metade (55%) saca quase todo o dinheiro da conta. As retiradas são maiores no Norte e Nordeste do País. Enquanto em São Paulo essa fatia é de 32%, no Maranhão, chega a 55%.

"É um público que já está no banco e que tem Facebook, por exemplo, mas não paga uma conta de luz pelo celular", diz Breno Bachelat, gerente de projetos da Plano CDE. Segundo ele, a necessidade de ter o dinheiro em mãos está ligado a cinco características: renda incerta, desconfiança do digital, falta de previsibilidade, incerteza sobre o que é dinheiro da família e dinheiro pessoal e o desconhecimento do quanto se gasta.

Nova versão
Organizar as contas com foco na baixa renda fazia parte da concepção do GuiaBolso em 2014, explica o fundador Thiago Alvarez, que também foi ex-diretor da ONG Alfabetização Solidária. Todavia, depois de lançada, a plataforma teve muito mais adesão das classes média e alta. Hoje, a renda média dos mais de 4 milhões de usuários é de R$ 7 mil.

"Quando você se volta para esse público, vê que precisa de adaptação. Os produtos financeiros não foram feitos para eles, apesar de serem boa parte da população", diz Alvarez. Essa incompatibilidade, explica, é um dos motivos que levam os brasileiros a sacar quase todo o dinheiro da conta e a usar produtos mais caros, como carnês e cartão de loja ou de crédito.

Com o levantamento, Alvarez explicou que a próxima versão do aplicativo, em vez de registrar todos os gastos automaticamente, terá uso híbrido para facilitar a organização de quem usa dinheiro vivo, criando uma espécie de carteira. A atualização também não terá ênfase em gráficos, como é feito atualmente no aplicativo da empresa.

Em andamento desde agosto, o projeto tem testado algumas dessas adaptações em duas regiões de baixa renda de Campinas e Belo Horizonte. A ideia, de acordo com Alvarez, é capacitar líderes locais para que eles disseminem o uso do aplicativo nas comunidades.

Também de olho nessa parcela da população, que usa pouco os meios de pagamento tradicionais oferecidos pelo banco, a fintech Koin possibilita aos usuários parcelar compras pela internet via boleto. A empresa mira principalmente quem não tem cartão de crédito ou tem algum tipo de restrição para comprar e parcelar pela internet, e ainda permite pagar após o recebimento do produto.

Para o presidente da Koin, Gabriel Franco, a forma como o cliente vê o sistema financeiro tradicional está mudando e é uma tendência global buscar meios alternativos e mais baratos. 




Fonte: ESTADÃO / FEEB PR

 Outras Notícias

18/06/2019 - MULHERES AUMENTAM ESCOLARIDADE EM RELAÇÃO AOS HOMENS, MOSTRA PESQUISA

18/06/2019 - ERRO DE TRANSFERÊNCIA ENTRE BANCO DO BRASIL E CAIXA DEIXA FUNCIONÁRIOS SEM SALÁRIO

18/06/2019 - CLIENTES DO BANCO INTER AMANHECEM SEM SALDO NA CONTA

18/06/2019 - FUNCIONÁRIOS DO BNDES FARÃO ATO CONTRA ‘DESCONSTRUÇÃO ANTIPATRIÓTICA’ DO BANCO

18/06/2019 - PESQUISA MOSTRA MAIOR PARTE DA POPULAÇÃO É CONTRÁRIA À REFORMA

18/06/2019 - A ARMADILHA DOS JUROS DO CHEQUE ESPECIAL: VEJA COMO NÃO CAIR E COMO SAIR DELA

17/06/2019 - BANQUEIRO? IMPOSTO NELE

17/06/2019 - CONGRESSO COMEÇA A DESARMAR BOMBA-RELÓGIO DA CAPITALIZAÇÃO NA PREVIDÊNCIA

17/06/2019 - NOVA LEI TRABALHISTA É QUESTIONADA EM 14 AÇÕES NO STF

17/06/2019 - PRÉVIA DO PIB INDICA QUE ECONOMIA COMEÇOU SEGUNDO TRIMESTRE EM QUEDA

  Sindicalize-se
+ Detalhes  
  Eventos
FESTA DOS BANCÁRIOS...
+ Detalhes
Itajaí - SC | Rua José Ferreira da Silva, 48 - Cx. Postal 118 - Centro | Telefone: (47) 3348-6374 |||  By Vale da Web
Copyright © 2019 SEEBI. Todos os Direitos Reservados.