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06/04/2007 - CPI DOS CORREIOS, NENHUM PUNIDO...

Justiça.
Um ano depois, nenhum punido.
Relatório pedia o indiciamento de 124 pelo mensalão.
Brasília.

No dia 5 de abril do ano passado, a CPI dos Correios aprovava o relatório final do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) que recomendava o indiciamento de 124 pessoas acusadas de envolvimento em irregularidades em empresas estatais e no esquema operado pelo empresário mineiro Marcos Valério de Souza, o chamado "mensalão".

Passado um ano, até agora ninguém foi preso e nenhum dos 40 denunciados pela Procuradoria-Geral da República, que classificou o grupo como uma "sofisticada organização criminosa", foi condenado pela Justiça. Um dos poucos que sofreram algum tipo de punição foi o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado de chefiar o esquema do mensalão. Ele continua inelegível, mas trabalha por uma anistia política para voltar à vida pública.

Um ano depois, pouca coisa andou e a expectativa é que se confirme a previsão da prescrição, sem punição.

No relatório, Serraglio reconhecia o pagamento de mesada a parlamentares em troca de voto nos projetos de interesse do governo e pedia o indiciamento de dirigentes do PT como José Genoino, Luiz Gushiken, Delúbio Soares e Silvio Pereira, além de José Dirceu. Genoino, que se afastou da presidência do PT em meio ao escândalo, foi reeleito em outubro para a Câmara.

Um ano depois, Serraglio diz ter uma sensação de dever cumprido e, apesar do pouco retorno dos órgãos que deveriam prosseguir as investigações, não acredita na impunidade dos 124 citados.

- Nós esgotamos o que podíamos fazer e apresentamos toda a documentação. Esse pessoal não vai sair impune. Uma hora serão achados pela Justiça - disse o deputado.

Saiba mais

Cronologia

Maio de 2005

Em reportagens veiculadas pelas principais redes de televisão é denunciado esquema de corrupção na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Com uma câmara escondida grava o diretor dos Correios, Maurício Marinho, explicando a dois empresários como funcionava um esquema de pagamento de propina para fraudar licitações.

O esquema seria supostamente gerido pelo diretor de Administração dos Correios, Antônio Osório Batista e pelo deputado federal Roberto Jefferson (PTB)
O vídeo mostra Marinho embolsando a quantia de R$ 3 mil, referentes a um suposto adiantamento para garantir uma fraude.

Acuado e abandonado pelos seus ex-aliados, Jefferson parte para o contra-ataque. Ele afirma que o tesoureiro do PT, Delúbio Soares, pagava uma mensalidade de R$ 30 mil a alguns deputados para que eles votassem seguindo a orientação do bloco governista. Segundo Jefferson, o operador do mensalão seria o empresário Marcos Valério de Souza, cujas agências de publicidade SMP&B e DNA tinham contratos de trabalho com órgãos públicos
9 de junho de 2005.

É instalada a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios.

5 de abril de 2006.

Divulgado o relatório final com quase 3 mil páginas
AS CONCLUSÕES DA CPI.

Crimes: falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção ativa, supressão de documento, fraude processual, crimes contra a ordem tributária, peculato e atos de improbidade administrativa.

Fundos de pensão.

A comissão apontou perda de R$ 300 milhões em operações. A CPI pediu o indiciamento de dirigentes de 10 fundos.

Duda Mendonça

A CPI pediu o indiciamento do ex-marqueteiro de Lula, que admitiu ter recebido
R$ 15 milhões de caixa 2 por serviços prestados a campanhas petistas, por sonegação fiscal, crime contra o sistema financeiro, crime contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro.

Caixa 2 tucano

A CPI descobriu o embrião do valerioduto na campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB) para o governo de Minas Gerais, em 1998.

Mensalão

O relatório final afirma que o pagamento de mesadas a parlamentares existiu de fato e nada tem a ver com despesas não declaradas de campanha eleitoral, o caixa 2. A CPI pediu o indiciamento de 19 deputados que participaram do esquema.

Valerioduto

A CPI investigou as origens do dinheiro que irrigou as contas de Marcos Valério. O relatório aponta que os recursos vieram de cofres públicos, como o Fundo de Recursos da Visanet, gerido pelo Banco do Brasil, e de fontes privadas, como a Brasil Telecom e a Usiminas.

PRESIDENTE LULA

Pressionado pelo Palácio do Planalto, Serraglio citou Lula no relatório final, mas sem culpá-lo. O texto diz apenas que o presidente foi informado por Roberto Jefferson sobre o mensalão e ordenou a apuração do esquema.


Fonte: DC

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