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11/04/2007 - CARGOS NO GOVERNO FEDERAL

O PT e o PMDB travam uma dura guerra de bastidores pelas vice-presidências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, os mais aquinhoados cargos do segundo escalão do governo federal. O cargo mais disputado desse quinhão dos bancos estatais é a vice-presidência de Tecnologia. O PMDB quer o cargo, não importa se no BB ou na CEF. O PT luta para retomar o espaço perdido nos bancos desde a CPI dos Correios.

O cargo mais disputado é a vice-presidência de Tecnologia do BB, que tem pouca visibilidade, mas comanda um orçamento vultuoso. O setor financeiro é aquele que mais investe em tecnologia no país, com gastos que, segundo o IDC, empresa de pesquisa do setor, chegam a 21% de todo o mercado nacional. Os investimentos em novas tecnologias da área financeira no Brasil devem atingir US$ 3,4 bilhões em 2007, um crescimento de 12% em relação ao ano passado. Em 2005, o setor financeiro gastou R$ 13 bilhões em tecnologia, 8% de crescimento sobre o ano anterior. Deste total, R$ 4,6 bilhões foram aplicados em novas tecnologias e o restante em operações.

No Banco do Brasil, a área de tecnologia é chefiada interinamente por um funcionário de carreira, Manoel Gimenes Ruy. Até abril de 2006, o cargo era ocupado pelo petista José Luiz de Cerqueira César, conhecido como “Mexerica da Libelu”, numa referência ao grupo Liberdade e Luta. Na época, como desdobramento da CPI dos Correios, foram abertas investigações na Cobra Tecnologia, subordinada à área de tecnologia. O resultado dessas apurações nunca foi divulgado pelo BB, e Cerqueira César sempre negou o envolvimento em eventuais irregularidades.

O PMDB já apresentou dois nomes para substituir Gimenes: o do ex-secretário Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Joanilson Laércio Barbosa Ferreira; e de Rogério Gragnani Leite, diretor da BrasilVeículos. O PT indicou Jânio Bragança, que já foi diretor da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam).

Neste ano, o BB destinará R$ 500 milhões a projetos de TI, contra os R$ 480 investidos no ano passado, diz a diretora de tecnologia da instituição, Glória Guimarães. No ano passado, a diretoria do banco chegou a informar que os gastos com o setor atingiram cerca de R$ 1,2 bilhão, mas a executiva afirma que esta cifra incluía recursos de outras áreas - como engenharia, por exemplo - que participavam dos projetos de tecnologia. “Havia essa distorção”, comenta.

Com um parque de 85 mil computadores, o BB deve repor pelo menos 3,5 mil máquinas neste ano. Dos seus 40 mil pontos de auto-atendimento (ATMs), 2,5 mil serão trocados e cerca de 4 mil, atualizados. Os projetos também envolvem a ampliação do data center do banco, que deverá consumir R$ 120 milhões até o fim do ano.

Os números da CEF também não ficam para trás. Neste ano, segundo o diretor de TI, Roberto Zambon, o banco investirá cerca de R$ 1,6 bilhão em tecnologia, orçamento similar ao do ano passado. De seus 130 mil computadores espalhados pelo país, 15 mil devem trocados. Os caixas ATMs, que somam 18 mil máquinas, também serão atualizados em cerca de 30%. À frente destes projetos está a vice-presidente de Tecnologia CEF, Clarice Copetti, que assumiu a posição em 2003.

O PMDB defende que, se não for possível ficar com a vice-presidência de tecnologia do BB, quer o cargo correspondente da Caixa. Nesses caso, as chances são remotas. A área é comandada por Clarice Copetti, do PT gaúcho, que é casada com um assessor especial do presidente Lula, César Alvarez, e tem o apoio do ministro da Justiça, Tarso Genro.

O PT emplacou em 2003 cinco vice-presidentes do BB e, desde então, perdeu três cargos. Além de Cerqueira César, deixaram o banco o vice-presidente de Varejo, Edson Monteiro, que não era filiado ao partido mas subiu na hierarquia do BB graças ao apoio da legenda; e o vice de Finanças e Mercado de Capitais, Luiz Eduardo Franco de Abreu, que foi presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) no governo de Cristovam Buarque (então no PT e hoje no PDT), de 1995 a 1998. O PT ainda tem dois vice-presidentes, que devem ser mantidos - o da área de Crédito e Risco Global, Adézio Lima, e o de Gestão de Pessoas, Luiz Oswaldo Sant’Iago Moreira de Souza.

O partido também registrou perdas nos escalões mais baixos, como o rebaixamento na hierarquia do banco de Expedito Veloso, ex-diretor de Gestão de Risco; a demissão de Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing; e a saída de Ivan Guimarães do Banco Popular do Brasil.

Na hipótese de não ser contemplado com a área de tecnologia, o PT reivindica a vice-presidência de Comércio Exterior. Embora técnico e funcionário de carreira, o titular da área, José Maria Rabelo, é tido por petistas como uma indicação do PMDB. Em 2004, o BB criou duas novas diretorias para acomodar o partido aliado - a de Comércio Exterior e de Micro e Pequenas Empresas. Rabelo, que era diretor, foi promovido a vice. Também há disputa pela vice de Varejo, ocupada interinamente por Aldemir Bendime.

Na Caixa, o PMDB já está em duas vice-presidências. Além da Tecnologia, disputa a de Segmentos e Distribuição, chefiada por José Carlos Garcia. Funcionário de carreira, foi nomeado para o cargo pelo ex-presidente da Caixa, o economista Jorge Mattoso.

O vice-presidente de Crédito, Francisco Pelúcio Martins, foi indicado pelo ex-ministro das Comunicações, hoje deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE). Fábio Lenza, vice de Negócios e Serviços Bancários, foi indicado pelo senador José Sarney (PMDB-AP). O PTB de Minas Gerais mantém Carlos Alberto Cotta na vice de Logística e Gestão de Pessoas.

Dos 11 vice-presidentes da Caixa, o PT tem quatro. Há outros quatro nomes que são identificados como técnicos. Entre eles, o vice-presidente de Ativos de Terceiros, Wilson Risolia, que assume funções importantes no banco desde o governo Fernando Henrique Cardoso.


Fonte: VALOR ECONÔMICO

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