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18/04/2007 - BANCOS DO PAÍS AVANÇAM EM SUSTENTABILIDADE

Instituições financeiras levam cada vez mais em conta questões socioambientais na hora dos financiamentos.



Ainda que a imagem dos bancos perante a sociedade não seja das mais positivas, as instituições financeiras brasileiras estão liderando um movimento mundial de responsabilidade socioambiental. O Brasil é o país que possui o maior número de signatários dos Princípios do Equador (PE), diretrizes socioambientais a serem adotadas no financiamento de projetos acima de US$ 10 milhões.

Dentre os 51 signatários, estão Unibanco, Bradesco, Itaú e Itaú BBA, Banco do Brasil e ABN Amro Real. Essa liderança dos bancos brasileiros é destaque em dois relatórios internacionais recentes sobre o setor financeiro, um do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) e outro do International Finance Corporation (IFC), braço privado do Banco Mundial.

De acordo com o relatório "Sustentabilidade Bancária", do IFC, publicado no final de março, a liderança dos bancos brasileiros tem como origem, entre outras razões, a atuação de organizações não-governamentais, que desde o ano 2000 vêm pressionando os bancos a assumirem responsabilidades na concessão de empréstimos.

"Realmente tivemos avanços significativos nesses últimos sete anos", diz o diretor da Amigos da Terra, Roberto Smeraldi. "Em 2000, quando mandamos um primeiro questionário aos bancos sobre a questão do financiamento sustentável, eles diziam que não tinham nada a ver isso." Smeraldi conta que foram dois anos de conscientização, mostrando para os bancos os riscos da concessão de crédito para projetos não sustentáveis.

O primeiro a aderir foi o ABN Amro Real, cujo comportamento, diz Smeraldi, acabou por contaminar toda a indústria financeira. Entre 2002 e 2003, a Amigos da Terra fez um programa de treinamento de conscientização para gerentes de todas as 850 agências à época. "Fomos de agência em agência, de Manaus a Porto Alegre, habilitando gerentes a identificar riscos", diz Smeraldi.

Quando a discussão dos PE surgiu, em 2004, as ONGs também tiveram um papel influente para convencer os bancos a aderir. Na avaliação de Smeraldi, os bancos brasileiros hoje estão conscientes da questão socioambiental, mas o caminho a ser percorrido ainda é longo. "O desafio é a implementação".

Na avaliação dele, a adoção dos PE deixou de ser um critério de excelência. "Hoje, se o banco não exige critérios ambientais para grandes projetos, ele está fora dos padrões." O próximo passo, afirma, é a incorporação de critérios socioambientais na avaliação de risco também nos demais produtos financeiros.

"Se o setor financeiro quiser fazer alguma contribuição à sociedade, em termos de melhora do perfil socioambiental, ele terá de adotar esse tipo de critério na concessão de crédito", concorda o diretor da Área de Risco Socioambiental do ABN Amro, Christopher Wells. A área, que tem poder de veto no banco, já barrou a concessão de crédito para 46 projetos desde 2002, de um universo de 3 mil financiamentos.

Para o Itaú BBA, a adesão dos principais bancos do País aos PE permitiu ao banco incorporar essas práticas ao financiamento de todos os projetos. Desde 2000, o banco passou a adotar critérios socioambientais no financiamento com recursos de organismos multilaterais, mas não conseguia exigir os mesmos critérios com recursos do BNDES, por exemplo. "Antes, a gente perdia competitividade, pois outros bancos ofereciam taxas mais atraentes. Agora, como todos aderiram (ao PE), todos podem cumprir", afirma Maria Estela Campos, gerente de financiamento de projetos do Itaú BBA.

Mariana Barbosa


Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

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