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24/04/2007 - AÇÕES DO BESC SE VALORIZAM NA BOLSA DE...

Valores de SP.

O anúncio de que o Banco do Brasil absorveria o Besc fez as ações do ex-banco estadual catarinense dispararem na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os títulos ao portador (PNA) valorizaram 4,80% e os nominais – nas mãos dos acionistas com direito a voto no conselho do banco (PNB) –, tiveram um acréscimo de 28,5%. Ontem, no fechamento do pregão houve nova valorização. As ações PNA foram avaliadas em R$ 9,70 (28,13%) e as PNB em R$ 8,53 (18,6%). Foram realizados 722 negócios (compra e venda), que renderam R$ 3,54 milhões. A União possui 96% das ações do banco.

O planejamento de como será a administração do Besc sob domínio do Banco do Brasil é avaliado por dois grupos de estudos. Um deles está em Brasília e é formado por técnicos do Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e diretoria do Banco do Brasil. Outro está em Florianópolis. É gerenciado pelo governo do Estado, por meio das secretarias da Fazenda e da Coordenação e Articulação.

Não há uma data definida de quando a nova gestão vai assumir o controle do Besc. O secretário do Tesouro Nacional, Tarcísio Godoy, não quis falar sobre o assunto. A assessoria do órgão ligado ao Ministério da Fazenda informou que o processo de incorporação foi oficializado no encaminhamento dos ofícios informando esse interesse à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O presidente do Besc, Eurides Mescolotto, sinalizou essa negociação como positiva para Santa Catarina, pois foi mantida a promessa de não privatizar a instituição. Feliz por estar cumprindo com a missão de fazer um banco lucrativo, Mescolotto disse que, no momento, não estão previstas alterações no quadro de funcionários do Besc. Ele não soube dizer como será a atuação da instituição no mercado. Isso depende das definições dos grupos que analisam o processo da união das duas instituições.

“O importante é manter a sua marca e a sua atuação no Estado. A administração do Banco do Brasil vai melhorar a atuação do Besc”, disse o presidente.

Uma das possibilidades que serão analisadas é ampliar a ação do banco nos três Estados da região Sul, além do Mato Grosso do Sul. A proposta é operar o Besc a exemplo do que ocorre com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), só que voltado às pessoas físicas de baixa renda, empréstimos imobiliários e atendimento para micro e pequenas empresas.

Mescolotto não sabe se essa proposta será concretizada. Ele revelou que não há necessidade de ocorrer uma mudança de lei em Santa Catarina para credenciar a transição.

diego.rosa@an.com.br

Funcionários estão divididos sobre o futuro

Para alguns funcionários do Besc, a possível incorporação pelo Banco do Brasil vem em um bom momento. No Besc há 22 anos, Nelsi Pereira Putzel, de 49 anos, que trabalha como caixa em Joinville, acredita que existem diferentes vantagens. A principal delas seria o pagamento de melhores salários. “Teremos também mais segurança e benefícios no nosso trabalho”, aposta.

Tânia Mattevi, de 45 anos, escriturária do banco há 27 anos, diz que a estabilidade como servidora é a garantia de continuidade na função. “Agora, quero ver o que vai acontecer com quem comprou ações do Besc, como muitos aqui. Meu medo é que elas se desvalorizem”, afirma.

Mário de Souza Leal, um dos diretores do Sindicato dos Bancários e Funcionário do Besc desde 1984, fala que muitos trabalhadores podem ser transferidos para municípios mais distantes. “E para que o Banco do Brasil vai manter o Besc em algumas cidades se já tem agências próprias?”, questiona. Ele receia que cerca de 600 bancários da estatal catarinense, que se inscreveram no Programa de Demissão Incentivada (PDI) tempos atrás, podem perder o cargo. O presidente do Besc, Eurides Mescolotto, garante que não haverá demissões.

DIEGO ROSA


Fonte: A NOTÍCIA

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