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24/04/2007 - BESC - MERCADO ESPERA QUE A MARCA DESAPAREÇA

Para o mercado financeiro, o governo do Estado não tem mais força para participar da negociação em torno da associação do Besc ao Banco do Brasil. O governo federal é hoje dono de 96% das ações ordinárias e 97% das ações preferenciais do banco. “O BB nunca assumiu outra estrutura antes, portanto é difícil prever. Mas a tendência é que a marca desapareça e se torne uma subsidiária, num âmbito mais estadual”, afirma o analista de risco Luís Miguel Sampacrew, da corretora Austin Rating.

Nesse contexto, aceitar os pedidos do governo catarinense, que incluem manter a marca Besc após a absorção pelo BB, seria uma situação atípica. Diferente de outras 12 privatizações de bancos estaduais dos últimos dez anos, com exceção do paulista Banespa, que continuou com nome vinculado ao da instituição privada compradora, o Santander.

“Entende-se a intenção do governador, que está preocupado em manter postos de trabalho e as agências que atendem os municípios pequenos. E também com a repercusão política que essa reestruturação pode ter, já que a mentalidade do Banco do Brasil está mais centrada na lucratividade.

Santa Catarina é um Estado rico, e uma promessa de lucro grande para o BB”, avalia.
A presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec) em Santa Catarina, Elizabete Simão Flausino aponta semelhanças na administração dos dois bancos, como as linhas diferenciadas de crédito e o investimento na proliferação das agências. Mas reconhece que, com o processo de incorporação deflagrado, questões hoje distintas devem ser unificadas a médio prazo. “O banco deve adquirir as características da incorporadora e entrar na política geral da instituição. Não dá para manter uma estrutura deste porte com uma política administrativa diferenciada”, avalia.

Para Sampacrew, da Austin Rating, o mercado atual não comporta instituições como os bancos estaduais. O economista Renato Campos, professor de economia brasileira contemporânea da UFSC avalia que esse processo que atinge o Besc é irrevogável. “Até que ponto um Estado precisa de um banco comercial como o Besc, que não tem mais a função de promover o desenvolvimento, é discutível. Assim como a manutenção da marca pelo Banco do Brasil.”

camile.cardoso@an.com.br
alexandre.lenzi@an.com.br


Fonte: A NOTÍCIA

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