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02/05/2007 - 1º DE MAIO

Centrais poupam Lula e fazem atos pró-governo no Dia do Trabalho.

Com a adesão do PDT à coalizão governista, Força segue a CUT e evita críticas à administração do presidente.

Apesar de o Dia do Trabalho ter se tornado palco histórico de reivindicações e críticas ao governo, as comemorações do 1º de Maio deste ano selaram o namoro entre movimento sindical e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As festas das duas maiores centrais, CUT e Força Sindical, em São Paulo, tiveram ares de ato pró-governo.

A CUT, tradicionalmente alinhada a Lula, aproveitou a ocasião para destacar a importância de um “trabalhador” ter chegado ao Palácio do Planalto.

Já a Força, que costumava se encarregar de críticas mais duras, demonstrou que a adesão do PDT à coalizão governista afetou sua relação com a administração federal. O próprio ministro do Trabalho, Carlos Lupi, hoje é um pedetista.

Os primeiros sinais de que as festas deixariam ataques em segundo plano apareceram há alguns dias, com a confirmação de que os ministros Lupi e Luiz Marinho (Previdência), além do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), compareceriam aos dois eventos. Marinho cancelou na última hora, mas os outros dois cumpriram a promessa de comparecer.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, não chegou nem perto de repetir os ataques feitos a Lula no ano passado, quando disse que o presidente estava “no mundo da lua”. Dessa vez, ele elogiou a recuperação do salário mínimo e agradeceu o veto do presidente à Emenda 3 do projeto que cria a Super-Receita.

Entre as críticas, ele condenou a política econômica e o reajuste de 3,3% a aposentados, além da intenção do governo de contemplar servidores com reajuste anual de 1,5%. Mas, ao final, Paulinho disse ter a certeza de que Lula irá “olhar para os trabalhadores neste momento”. “Quando você tem espaço de negociação, não precisa xingar ninguém”, disse, ao ser questionado sobre o tom ameno do discurso.

O ministro Carlos Lupi minimizou a mudança no tom da festa da Força. “A gente às vezes está no mundo da lua e depois vem para o mundo real”, disse, sobre as falas de Paulinho no ano passado. Na festa da CUT, ele adotou a ironia ao ser questionado se a festa estaria virando chapa-branca. “Este é um governo que, ao contrário do passado, ouve as centrais o tempo todo. E a placa do meu carro não é branca, é amarela como a de todo mundo”, afirmou, errando a cor cinza usual das placas.

Tanto na Força quanto na CUT, as críticas envolvendo a Emenda 3 se destinavam ao Congresso. Sobrou ainda para o governador José Serra (PSDB), atacado pela demissão de sindicalistas que na semana passada protestaram contra a regra. “Quero pedir uma grande vaia ao governo Serra pela demissão dos sindicalistas do Metrô”, disse o presidente da CUT paulista, Edílson de Paula.

Tanto Paulinho quanto o presidente nacional da CUT, Arthur Henrique da Silva, insistiram que sabem reconhecer acertos do governo federal, mas não deixam de criticar quando necessário. Ainda assim, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apontou uma “acomodação” das centrais no governo Lula. “Está faltando avermelhar o 1º de Maio, ele está amarelando”, disse. A tese foi levantada pelo secretário do Trabalho paulista, Guilherme Afif Domingos. “Temos de ter uma pitadinha, não de oposição, mas de senso crítico.”
FRASES

Paulo Pereira da Silva

Em 1/5/2006

“Lula anda no mundo da lua, ou está viajando muito e não conhece a história do Brasil”

Ontem
“Quando você tem espaço de negociação, não precisa xingar”

Manifesto da CUT
Em 1/5/2002
“(O governo FHC) pratica política econômica recessiva, que causa desemprego, miséria e violência”

Edilson de Paula
Ontem
“O governo Lula tem feito a sua parte. Na sua gestão, mais de 8 milhões de pessoas mudaram da classe pobre para a média”

Lupi quer 'mutirão' por legalização das centrais

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu ontem que as centrais sindicais de todo o País se unam em um “mutirão” composto por movimento sindical, base aliada e governo federal para que seja possível obter o mais depressa possível a legalização das centrais sindicais no País. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já preparou uma medida provisória para finalmente tirar as centrais da clandestinidade, mas Lupi acredita que um esforço conjunto será necessário para garantir também a aprovação da nova regra no Congresso Nacional.

“Queremos que se faça uma espécie de mutirão, para que isso não fique só na medida provisória do presidente”, afirmou o ministro. Alegando que as centrais já têm reconhecimento público e político, Lupi insistiu que falta agora obter apenas o reconhecimento legal. De acordo com ele, restam apenas “pequenos ajustes” para que isso possa ocorrer. “Acredito que até meados deste mês de maio teremos definido isso.”

Os presidentes das duas principais centrais sindicais do País aproveitaram as comemorações do 1º de Maio para celebrar a intenção de Lula de editar uma medida provisória sobre o assunto. “É uma luta que já estamos fazendo há algum tempo”, disse o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT), também ex-sindicalista, defendeu a importância da lei. “Avalio que é fundamental o Brasil ter as centrais legalizadas, embora elas já tenham legitimidade política.”

Paulinho associa tema ao homossexualismo

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, causou espanto na festa da central em comemoração do 1º de Maio ao justificar a escolha do meio ambiente como tema do evento. Questionado pela imprensa sobre o assunto, Paulinho acabou associando o ambientalismo ao homossexualismo ao afirmar que o assunto era, há pouco tempo, “coisa de veado”.

“Este ano, até pela preocupação que os sindicatos também têm que ter com o meio ambiente, nós resolvemos fazer uma discussão diferente. Fazer com que os trabalhadores também discutam o meio ambiente. Porque essa coisa de meio ambiente, vamos falar a verdade, até pouco tempo atrás era coisa de veado. Não era? Era”, disse Paulinho. “Quem mais defendia o meio ambiente era o pessoal ligado a essa área. Agora queremos fazer com que todos os trabalhadores preservem o meio ambiente. Não é só uma coisa de um grupo ou de uma minoria.”

A declaração foi dada quando Paulinho explicava o fato de a central ter escolhido esse tema, apesar de não se tratar de uma reivindicação tradicional dos trabalhadores. Ele insistiu que, caso o planeta passe por uma “crise” em razão do aquecimento global, os trabalhadores serão os maiores prejudicados. Em seu discurso, Paulinho buscou no público o apoio à escolha. “Vocês acham que a Força Sindical acertou no tema dos Trabalhadores em defesa do planeta? Quem acha, levante o braço por favor. Tá aí a resposta do trabalhador.

Platéia se interessou mais por atrações artísticas

As duas maiores festas organizadas em comemoração do 1º de Maio deixaram claro que o público presente estava interessado mesmo nas dezenas de atrações musicais oferecidas pela CUT e pela Força Sindical. Na festa da CUT, organizada em parceria com a CGTB, a platéia vaiava com força toda vez que a música era interrompida para a fala de algum político ou sindicalista. No ato político, que ocorreu por volta das 17 horas, o presidente estadual da central, Edílson de Paula, teve de chamar a atenção do público para conseguir algum silêncio.

“Vamos fazer um acordo, nós fizemos uma festa bonita para vocês. Não foi fácil, foram 15 dias de muita luta para fazer este trabalho, enfrentando o Ministério Público que não queria a festa, e vencemos”, disse, para conquistar, ao menos por algum tempo, a impaciente platéia.

A Força teve o cuidado de concentrar os discursos em um período ininterrupto de pouco mais de uma hora e escapou das vaias. Mas o presidente da central, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), admitiu que poucos ali estavam de fato interessados em ouvir as reivindicações dos trabalhadores. “Se fôssemos fazer uma conta, nós sindicalistas teríamos aqui umas mil pessoas e o resto vem por causa dos shows e sorteios”, disse, em referência à premiação de dez carros e cinco apartamentos organizada pela central.

Ele insistiu, porém, que esta é uma grande oportunidade de conversar com a população.

Segundo a Polícia Militar, a festa da Força reuniu 1,3 milhão de pessoas. Na CUT, o número ficou em 300 mil.


Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

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