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06/05/2007 - PRESTAÇÃO DA CSA TEM REDUÇÃO DE ATÉ R$ 125

10h32-A taxa de juros dos financiamentos habitacionais para a classe média com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caiu de 10,16% para 8,66% ao ano, acrescido de Taxa Referencial (TR), segundo informações da Caixa Econômica Federal. Na quinta-feira, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou que o Conselho Curador do FGTS havia decidido reduzir os custos desses empréstimos de 8% para 6,5% ao ano, mais TR.

Na hora de repassar o empréstimo para o cliente, no entanto, os bancos podem incluir um custo da operação — como, por exemplo, risco de inadimplência e lucro de operação — de até 2,16% ano. Por isso, o empréstimo acaba chegando um pouco mais caro aos brasileiros que sonham adquirir um imóvel.

A Caixa ainda não definiu a data em que o empréstimo com custo menor estará disponível nas agências bancárias. O prazo, no entanto, será de até 30 dias, a partir da publicação da decisão do Conselho Curador no Diário Oficial da União, que está prevista para a próxima semana. A linha de crédito se enquadra como Operações Especiais, destinadas à classe média, e deve ser extinta a partir de 2008. Esta é a primeira vez, desde sua criação em 2002, que esse financiamento tem uma diminuição na taxa de juros.

Para esse ano, está prevista a liberação de R$ 450 milhões do FGTS para beneficiar famílias com renda mensal entre R$ 3,9 mil a R$ 4,9 mil.

Segundo o superintendente técnico da Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), José Pereira Gonçalves, a classe média não deve ficar desassistida com o fim dessa linha de crédito. Isso porque, os bancos privados já estão oferecendo financiamentos com recursos da poupança com juros atrativos. “A faixa especial foi criada para atender a classe média até o final de 2007. Não há recurso previsto pelo fundo para depois disso. Isso pode ser mudado no conselho mas a idéia é destinar esse dinheiro para a população de renda mais baixa”, conta Gonçalves.

O secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Paulo Furtado, explica que a redução dos juros foi possível devido a eficiência operacional do fundo.

Além disso, as atuais taxas estavam acima das praticadas pelo mercado, o que estava reduzindo o interesse dos tomadores de empréstimos pelo FGTS. “O ganho de eficiência permitiu a baixa dos juros. Desde o ano passado, estamos estudando isso”, afirma Furtado. Mesmo com os estudos feitos, a decisão do conselho veio em linha com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que quer reduzir pela metade o déficit habitacional de 7,9 milhões de domicílios no país até 2010.

Economia de até R$ 125 por mês
A queda nos juros dos financiamento imobiliários com recursos do FGTS vai possibilitar que a classe média gaste bem menos na hora de comprar a casa própria. O custo do empréstimo na Caixa Econômica Federal caiu de 10,16% para 8,66% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Uma simulação do banco mostra que o financiamento de um imóvel de R$ 100 mil em 180 meses proporciona uma economia de até R$ 125 no valor da prestação. Se a prestação não diminuísse no decorrer do contrato, o mutuário conseguiria pagar R$ 18 mil a menos na aquisição da propriedade.

Os cálculos da Caixa não consideram a incidência da TR. Se considerada a TR acumulada em 2006 de 2,04%, a taxa de juros anual incidente nos contratos para famílias com renda mensal entre R$ 3,9 mil e R$ 4,9 mil seria de 10,87% ao ano.

Essa linha de crédito é direcionada para a compra de imóveis novos ou na planta e terrenos. O limite de financiamento é de até R$ 100 mil para regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Para o restante do país, esse número cai para R$ 80 mil. A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, ressalta que desde o início do governo Lula está sendo adotada uma estratégia clara para se criar uma política nacional de habitação com recursos de interesse social e adoção de medidas para facilitar o acesso da classe média aos financiamentos imobiliários. “Essa é uma medida que vai melhorar o acesso das famílias aos empréstimos habitacionais”, afirma a secretária.

Outra medida importante para viabilizar a liberação de recursos para saneamento básico é a diminuição de 10% para 5% da contrapartida dos estados, municípios e empresas públicas. Para empresas privadas, a contrapartida caiu de 25% para 20%. O Ministério das Cidades tem este ano R$ 3 bilhões para aplicação em saneamento, sendo R$ 1,7 bilhão do FGTS. Por enquanto, nada foi liberado no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Banco do Brasil

O Banco do Brasil começa a oferecer a partir de segunda-feira linhas de crédito imobiliário em toda a rede de agências, por meio do acordo firmado com a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex).

Desde o início da parceria, em fevereiro, o BB recebeu um total de R$ 53 milhões em propostas de financiamento, dos quais R$ 6,3 milhões foram liberados até o momento, afirmou o gerente executivo de crédito imobiliário do banco, Denilson Molina. A expectativa de desembolsos para este ano com o convênio é de R$ 650 milhões.

As taxas de juros das linhas da Poupex disponíveis nas agências do banco variam de 10,49% a 12% ao ano, mais TR. O valor do empréstimo pode chegar a 80% do valor do imóvel e o prazo de pagamento é de até 15 anos. Molina classificou o balanço dos primeiros três meses de atuação na área como muito positivo. O projeto-piloto, que começou em Brasília, primeiro foi estendido para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e agora chega às unidades localizadas nos estados do Norte e Nordeste.

A parceria com a Poupex permitiu ao BB antecipar a atuação própria no financiamento a imóveis, que se tornou um dos principais alvos das instituições financeiras, em conseqüência da queda dos juros e dos avanços na regulação. “Queremos replicar o aprendizado adquirido com o acordo na nossa operação”, observou.

Edna Simão
Do Correio Braziliense


Fonte: CORREIO BRAZILIENSE

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