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15/05/2007 - DESCONSTRUÇÃO

Estamos aprendendo a quantificar o movimento, chamado desenvolvimento, que aconteceu no planeta nos últimos 50 anos. O primeiro fator, a triplicação da população mundial, passando de dois para seis bilhões de seres humanos. Inegáveis avanços em todas as áreas do conhecimento, sobretudo nos transportes e comunicações. A medicina, ciência que trata da manutenção e do prolongamento da vida, tornou-se mais eficiente.

A produção de bens materiais acompanhou o crescimento populacional, sem, no entanto, atingir a todos. Os danos ambientais, decorrentes do vertiginoso crescimento populacional, da produção e do consumo, estão aí, diariamente, para todos verem. Não há mais dúvidas de que somos finitos, assim como também sabemos que não poderemos ter níveis de consumo e utilização de recursos naturais iguais a determinadas sociedades, entre elas a norte-americana.

Por que, então, a agonia planetária?
O mercado global responde de forma diária, pragmática e incansável. O mundo está pronto, mas não há espaço para todos. Das dez milhões de famílias da classe média brasileira da década de 80, só restaram três milhões.

Para os recém-formados na sociedade nacional, 60% das oportunidades de trabalho, pagam até três salários mínimos apenas. Apostamos num modelo de ensino privado que cobra para formar aquilo que o formado não irá receber. O mercado espreme a todos, silenciosamente.

Se pensarmos pela ótica da solidariedade humana, as grandes corporações são as instituições mais corruptas da atualidade. Elas vão se instalar onde a mão-de-obra é barata, onde a legislação ambiental não existe ou não é aplicada e onde há beneficio fiscal ou tributário. Quando, então, organizam um núcleo social razoável, com empregos, salários e estabilidade familiar, descobrem um novo nicho de pobreza, abandonam o local em que se instalaram e reproduzem o fenômeno. Correm atrás do lucro, ad eternum.

Como se não bastasse isso, são elas que conformam e confortam a classe política, em geral. E, exatamente aí, está o perigo da desconstrução. O poder político fica submetido à vontade do mercado e a necessidade coletiva é relegada para outros planos. A política deteriora-se, e, com ela, a sociedade.

Um exemplo clássico do que falo é o seriado “Amazônia”, mostrado recentemente pela televisão. Ali vimos o caráter de um homem de princípios e convicções, Chico Mendes, ser aniquilado pelos interesses da indústria de látex. Mas o pior veio depois de sua morte. Seu exemplo, de lutas e consciência ambiental, foi dissolvido por algum José: Genoino ou Dirceu, pouco importa, já não faz muita diferença...

Marcos Bayer, advogado/marcos.bayer@gmail.com


Fonte: A NOTÍCIA

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