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18/05/2007 - OPERAÇÃO NAVALHA

Presos 46 por fraudes em obras

Entre os detidos pela PF estão ex-governador do Maranhão, deputado distrital e prefeitos.

A Polícia Federal desbaratou ontem uma quadrilha especializada em roubar dinheiro público por meio de fraudes em licitação de obras do governo. Por ordem da ministra Eliana Calmon de Sá, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), foram presos 46 membros da organização, entre os quais o deputado distrital Pedro Passos (PMDB-DF), o ex-governador do Maranhão, José Reinaldo Tavares (PTB) e dois sobrinhos do atual governador maranhense, Jackson Lago (PDT).

Caíram também o conselheiro do Tribunal de Contas de Sergipe, João Alves Neto, prefeitos, secretários de três Estados, autoridades federais e empresários. Outros dois acusados estão sendo procurados. Vários clãs regionais foram atingidos, direta e indiretamente, com a prisão de empresários, ex-auxiliares e aliados políticos.

No Maranhão, foi atingido o atual governador Jackson Lago. Em Sergipe, as investigações alcançaram familiares e aliados do ex-governador João Alves.

Dois sobrinhos de Lago (José Alexandre e Francisco de Paula), foram seguidos e apanhados em escutas telefônicas negociando propina e fraude em obras.
O esquema, conforme apurou a PF, consistia na apropriação de recursos públicos destinados a obras para a construtora Gautama, da Bahia, uma dissidência da empreiteira OAS, envolvida em vários escândalos no passado. A quadrilha, desmantelada pela Operação Navalha, atuava em várias fases, desde a aprovação dos projetos dentro do governo até a interferência fraudulenta nas licitações, acompanhamento da liberação das verbas, execução das obras e liberação dos pagamentos.

Vários projetos federais foram atingidos, principalmente o Luz para Todos, além de obras de saneamento, construção de estradas e pontes. A quadrilha desviou recursos dos Ministérios de Minas e Energia, da Integração Nacional, das Cidades e do Planejamento, além do Dnit e no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O montante já mapeado passa dos R$ 100 milhões em apenas um ano, mas pode ser muito maior segundo um policial que participa das investigações. Cerca de 400 policiais federais participaram da operação, que envolveu 48 mandados de prisão preventivos, com duração de 30 dias, prorrogáveis. Eles são acusados de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro e podem pegar até 12 anos de prisão ou mais.

Comentário do Sindicato: Não vai faltar cadeia, pois alguém já viu ou verá algum político preso por corrupção, sonegação ou qualquer outro tipo de crime?


Fonte: A NOTÍCIA

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