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26/05/2007 - FUSÃO CRIA NOVA CENTRAL DE TRABALHADORES

Dirigentes sindicais lançaram ontem as bases para a criação daquela que pretende ser a terceira maior central de trabalhadores do País, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), resultante da fusão da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), da Social Democracia Sindical (SDS) e da Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT). A consolidação da UGT acontecerá entre os dias 19 e 21 de julho, durante o Congresso de Fundação, a ser realizado no Anhembi, em São Paulo, quando também será criado o estatuto da nova central.

A fusão das três centrais, ao contar também com a participação de sindicatos independentes, resultará em uma entidade que responde por 8 milhões de trabalhadores na base, representados por cerca de mil sindicatos, atrás somente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical, respectivamente. A estimativa dos dirigentes da UGT é de obter receitas de R$ 10 milhões por ano, provenientes do imposto sindical.

“A UGT nasce com o objetivo de representar trabalhadores hoje excluídos, já que, historicamente, o movimento sindical sempre foi vinculado principalmente ao setor produtivo”, explica o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e que temporariamente comandará a UGT, até o congresso, Ricardo Patah.

Os líderes da UGT pretendem também, com a fusão, se antecipar à nova regulamentação sindical para continuar a existir. O texto da reforma sindical, em tramitação no Congresso Nacional, estabelece uma série de critérios mínimos de representatividade para que sindicatos e centrais possam existir. “Nossa união de forças garante o preenchimento dos requisitos de representatividade estabelecidos pela reforma”, assegurou Patah.

A nova central também garante ser “independente” do governo Lula. Apesar de entender que a imprensa foi “injusta” por criticar o movimento sindical pelos afagos concedidos à administração federal durante o último Dia do Trabalhador, já que “o governo concedeu aumento real do mínimo, reconheceu a existência das centrais e vetou a Emenda 3 da Super-Receita”, Patah diz que a UGT “não fará demagogia e criticará o governo quando for preciso”.


Fonte: PARANÁ ONLINE

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