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26/05/2007 - REFORMAS E TRUCULÊNCIA

Manifestantes saem às ruas contra reformas trabalhista e previdenciária
Contra a limitação de greves dos servidores públicos, as reformas trabalhista e previdenciária e as “políticas neoliberais do governo federal”, milhares de estudantes e militantes ligados a movimentos sociais e entidades sindicais saíram ontem às ruas de todo o país para protestar. A Jornada de Lutas também levantou bandeiras favoráveis às reformas agrária e urbana e terminou em confronto em São Paulo e no Pará.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o envio de tropas do Exército para desocupar a Usina de Tucuruí, no Pará, invadida por 600 representantes do Movimento dos Atingidos pelas Barragens, dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra e da Via Campesina. No fim do dia, o grupo começou a deixar a Usina, permanecendo cerca de dez na sala de controle - no auge da invasão, eram aproximadamente 500 dentro do complexo hidrelétrico e 50 na sala de controle.
Além das tropas de Tucuruí, um grupamento do Exército foi deslocado de Marabá, somando-se a três equipes da Polícia Federal. A promessa do governo é de que, se os ocupantes realmente deixarem a Usina, serão recebidos pelo ministro de Minas e Energia interino, Nelson Hubner, e pelo ministro Luiz Dulci (Secretária Geral da Presidência).

De acordo com o Planalto, Lula demonstrou preocupação com a possibilidade de danos ao patrimônio da União. Para evitar riscos de desabastecimento, o Operador Nacional do Sistema (ONS) isolou Tucuruí do sistema interligado. O ONS também deslocou o comando da Usina da sala de operações para outra sala do complexo. Dessa maneira, a Usina seguiu operando, mas com uma potência mais baixa.

Em São Paulo, a manifestação do dia nacional de protesto foi palco para a greve dos estudantes e servidores da USP. Com faixas como “Serra, outro governo sem educação”, “Os decretos sucateiam o ensino superior” (leia reportagem abaixo) e sob gritos de guerra contra o governador -”que está sucateando a educação”, cerca de 5 mil manifestantes pararam, por alguns momentos, todas as pistas da avenida Paulista.

Mesmo sob chuva, os estudantes uniram-se às pessoas que protestavam contra a emenda 3, em frente ao prédio da Fiesp, e aos servidores servidores públicos que criticavam a reforma da previdência paulista. A manifestação acabou em confronto com a Tropa de Choque da Polícia Militar, na Assembléia Legislativa.
A votação da reforma estadual da previdência estava prevista para ontem e os manifestantes foram pressionar os deputados a não votarem o projeto. Cerca de 3 mil pessoas foram reprimidas pela tropa e a polícia usou gás pimenta e cassetetes. Hoje, a Tropa de Choque deve entrar na reitoria da USP, ocupada pelos estudantes desde o dia 03.

Os servidores municipais de Porto Alegre também aproveitaram a Jornada de Lutas para protestar e deflagraram a segunda paralisação no governo José Fogaça (PPS). Com data-base em maio, eles estão insatisfeitos com a proposta de reajuste de 3% nos salários e de R$ 1 no vale-refeição (para R$ 9) e também com a demora dos pagamentos referentes a progressões no plano de carreira nos últimos anos. Eles cobram ainda melhorias na assistência à saúde, disse o tesoureiro do Sindicato dos Municipários , Hamilton Farias.

Conforme o sindicalista, que é professor, a paralisação atingiu secretarias, escolas municipais e departamentos de limpeza urbana, água e esgotos e esgotos pluviais. A greve será mantida pelo menos até amanhã, quando o sindicato promove assembléia. Os municipários querem aumento de 20% para repor perdas salariais e um ganho real de 2%. Os servidores querem elevar o vale-refeição para R$ 15.

O secretário municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico, Clóvis Magalhães, admite avançar nas negociações sobre as progressões funcionais, mas não tem na proposta de reajuste. “Os 20% teriam um impacto de R$ 120 milhões anuais, ou metade dos investimentos programados pelo município”, afirma.

Hoje a folha salarial bruta da prefeitura, incluindo ativos e inativos, é de R$ 90 milhões por mês.
No dia de protesto, o Movimento dos Sem Terra fechou estradas em nove Estados. A jornada levou às ruas mais de 5 mil trabalhadores no Rio de Janeiro e outros 5 mil na Bahia. Em Brasília, foram 10 mil trabalhadores rurais ligados à Contag, à Fetraf-Sul, ao MST, servidores federais e estudantes. No Paraná, cerca de 2 mil participaram, segundo a CUT. Em Minas Gerais, a PM impediu que 5 mil manifestantes chegassem à porta do Palácio do governador.


Fonte: VALOR ECONÔMICO

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