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26/05/2007 - DINHEIRO DO SANTOS PODE ESTAR FORA,...

diz administrador.

Ex-controlador do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira, pode ter até US$ 300 milhões no exterior. A defesa de Edemar negou a existência destes recursos
O ex-controlador do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira - condenado em 1ª instância a 21 anos por cinco crimes -, pode ter até US$ 300 milhões no exterior, diz a administração da massa falida da instituição. A avaliação foi feita por investigadores que ainda buscam localizar o dinheiro para tentar repatriá-lo. O valor não é estimativa aleatória. É calculado a partir do rombo que Edemar deixou nas contas do Santos confrontados com os destinos aparentes que parte do dinheiro tomou. Nenhuma indicação de onde esteja este dinheiro foi descoberta até agora. “Um banqueiro como ele tinha experiência financeira para fazer uma operação sem deixar rastro”, diz Vânio Aguiar, administrador.

A defesa de Edemar negou a existência destes recursos. Diz que a Justiça Federal bloqueou as contas no Brasil e na Suíça, e que os valores encontrados são “insignificantes” em relação ao que estima a massa falida.

A eventual existência deste valor no exterior é uma má notícia para os credores da instituição. A dívida do Santos é de R$ 2,5 bilhões e este nem é todo o débito. As 300 ações trabalhistas, as dívidas tributárias e os créditos não habilitados podem elevar mais o rombo financeiro. Por enquanto, o caixa da massa falida dispõe de R$ 220 milhões para fazer frente ao valor conhecido do débito, o que significa que cada credor vai receber 8,8% do que tem direito. Segundo Aguiar, a administração da massa busca formas de elevar este porcentual.

Uma tentativa pode ser viabilizada nos próximos dias, quando a Câmara de Falência do Tribunal de Justiça de São Paulo decidirá sobre o plano de renegociação aprovado pelos credores. Aceito pelo juiz de falência, a proposta foi questionada por Edemar no Tribunal. O TJ pediu explicações ao administrador, que já foram apresentadas.

Caso a proposta seja aceita pelo Tribunal, Aguiar estima receber R$ 300 milhões dos R$ 700 milhões de recebíveis do Banco Santos, valor que inclui os empréstimos puros e os empréstimos associados a compra de debêntures (títulos do banco). Boa parte da complicação em receber esse dinheiro está exatamente nisso. Alguns clientes, além de tomadores, aceitaram a imposição e compraram debêntures das empresas de Edemar. Os papéis eram usados, diz o administrador, para dar solidez ao balanço.

Com este acordo, o administrador da massa aceitará as debêntures com deságio sobre o valor de face e depois irá cobrá-las de Edemar. Por isso que dos R$ 700 milhões, a estimativa é que só R$ 300 milhões seja recebido.

Situação do banco

A carteira total de recebíveis do Santos é considerada de difícil recuperação. Segundo a massa falida, é de R$ 2,166 bilhões. Para Edemar, é de R$ 2,730 bilhões. O fato é que se for a leilão, a massa acha que a carteira não receberá mais do que 10%.

Para Aguiar, estes são valores fictícios usados pelo banqueiro para demonstrar que a instituição tinha patrimônio líquido positivo, o que provaria a solidez do Santos e a equivocada decisão de intervenção do Banco Central, em novembro de 2004. A tese de Edemar é a de que se todo esse valor for recebido, o passivo de R$ 2,5 bilhões seria recebido. A maior parte desta carteira de recebíveis está, de acordo com Aguiar, contaminada por operações fraudulentas com títulos de exportação e de Cédulas do Produtor Rural (CPRs). Eram operações que jamais foram realizadas.

Foram negócios descobertos apenas depois da intervenção do BC. Boa parte destes descobertas embasaram o processo criminal. Em dezembro do ano passado, o juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal da Justiça Federal, o condenou a 21 anos de prisão por cinco crimes de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, fraude com recursos oficiais, formação de quadrilha e gestão fraudulenta.


Fonte: ESTADÃO

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