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28/05/2007 - 92% DOS MUNICÍPIOS DESVIAM...

10% das verbas federais.

Estudo mostra que parte dos R$ 35 bi transferidos aos municípios com menos de 450 mil habitantes por ano, vai parar no bolso dos corruptos
Os municípios brasileiros com menos de 450 mil habitantes - 92% do total - desviam para a corrupção em média 10% das verbas federais que recebem. Esta é a proporção indicada por um trabalho dos economistas Claudio Ferraz, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e Frederico Fenan, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). De acordo com outra pesquisa, do Instituto Econômico Suíço, o Brasil deixa de gerar R$ 1,5 bilhão por ano por causa da corrupção.

O trabalho de Ferraz e Fenan, que tem como objetivo avaliar os efeitos eleitorais da corrupção - e deu origem a dois estudos -, baseou-se numa amostra de 493 municípios de menos de 450 mil habitantes do Programa de Fiscalização a partir de Sorteios Públicos, lançado em 2003 pela Controladoria-Geral da União (CGU).

O estudo nota que as transferências federais para os municípios são de R$ 35 bi por ano, mas, por questões estatísticas, não é possível determinar o valor total desviado. O resultado indica, porém, que uma fração relevante vai parar no bolso dos corruptos.

A pesquisa dos dois integra uma nova tendência de abordagem econômica do problema da corrupção. É uma área relativamente nova, mesmo no cenário internacional. ''Os economistas estão tentando entender não só as causas da corrupção, mas as consequências, como a redução do crescimento e do investimento privado'', explica Ferraz.

Ferraz e Fenan mostram que a divulgação dos resultados do Programa de Fiscalização relativos a municípios com muitos casos de corrupção reduziu em média 20% as chances de os prefeitos serem reeleitos. Em cidades com rádio local, a redução foi de 40%. Em outro trabalho, mostram que, em média, as cidades com prefeitos reeleitos tiveram perdas por corrupção 57% maiores do que as com prefeitos em primeiro mandato - média de R$ 118,5 mil a mais para o bolso dos corruptos. Uma parcela de 78% dos municípios investigados apresentaram ao menos um caso de corrupção.

Fernandes, da FGV, acha que o foco da contribuição acadêmica deve se voltar agora para desenvolver soluções práticas para reduzir a corrupção. Na sua opinião, um dos principais instrumentos para isso é o governo eletrônico. ''Eu não estou falando apenas de licitações e bolsas de compras, mas do acompanhamento eletrônico de todo o gasto público e da execução orçamentária'', explica.


Fonte: FOLHA DE LONDRINA

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