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05/06/2007 - LULA DIZ QUE RESOLVERÁ CRISE...

Declarações de Chávez voltarão à pauta diplomática na próxima semana.


Nova Délhi, Índia.

A conversa de domingo entre o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o embaixador do Brasil no país, João Carlos de Souza, não foi suficiente para encerrar a crise aberta pelas declarações do venezuelano contra o Senado.

Ontem, durante a visita oficial à Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro que o assunto está sem solução e que voltará à pauta diplomática quando ele regressar ao Brasil – o que ocorrerá na manhã de sábado.

O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, também sinalizou que a “nuvem” nos contatos bilaterais ainda não passou. “Deixa eu voltar ao Brasil para eu resolver isso“, afirmou Lula, na saída do Memorial ao Mahatma Gandhi, líder espiritual e da independência do país.

A crise começou na semana passada, quando o presidente da Venezuela reagiu, publicamente, à aprovação, pelo Senado, de uma moção de censura contra a decisão de não renovar a concessão à emissora Rádio Caracas de Televisão (RCTV).

Chávez enviou os “pêsames” ao povo brasileiro por contar com um Legislativo que “repete como um papagaio” a posição dos Estados Unidos sobre a Venezuela. Lula saiu, na sexta-feira, em defesa das instituições brasileiras. No domingo, Chávez insistiu que o Senado emitiu um “comunicado grosseiro”.

Chávez teria reconhecido incômodo

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse ontem que o embaixador brasileiro em Caracas, João Carlos Souza Gomes, recebeu telefonemas do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e do chanceler venezuelano, Nicolas Maduro, no domingo.

Para Amorim, o governo venezuelano já percebeu o incômodo que as declarações de Chávez causaram no governo brasileiro e estariam buscando uma solução.

Amorim informou que os venezuelanos teriam lamentado e demonstrado tristeza com a reação causada no Brasil e também procurado se justificar.

“Ele (Chávez), de certa maneira, não deixou de registrar que houve um incômodo de nossa parte. Mas ao mesmo tempo procurou se justificar”, afirmou. “Que ele tenha sua visão, tudo bem. O nosso incômodo foi sobretudo da maneira como foi dito.

Espero que seja uma nuvem passageira. Vamos aguardar para ver como essas coisas evoluem”, reforça o ministro que acompanha Lula numa missão empresarial à Índia.

“Vamos ver se hoje ou amanhã haverá algo mais claro. Vamos levando isso sem excessos de dramaticidade”, destacou Amorim.

Senadores querem agora uma retratação

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), reagiu ontem aos elogios que o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, fez ao regime do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Na opinião de Fortes, as declarações de Garcia foram “desrespeitosas e inoportunas, um procedimento que envergonha a todos nós brasileiros”. Mostram, também, disse ele, que a administração federal brasileiro está “acendendo uma vela a Deus e outra ao diabo”.

Outros senadores da oposição anunciaram que, enquanto Chávez não se retratar, criarão “obstáculos” para aprovar a entrada da Venezuela no Mercado Comum do Sul (Mercosul).

Acompanhando o presidente Lula na visita oficial à Índia, o assessor admitiu no domingo que a moção dos senadores “não foi ofensiva”, mas acrescentou que não via “nada de ilegal” na ordem de Chávez para mandar fechar a Radio Caracas Televisión (RCTV).

Da tribuna do Senado, os discursos contra o “destempero” de Chávez uniram parlamentares da oposição e do governo. Os líderes do DEM, José Agripino (RN), e do PSDB na Casa, Arthur Virgílio (AM), anunciaram a decisão dos partidos de “obstaculizar” a tramitação do projeto que trata do termo de adesão da Venezuela ao Mercosul.

Comentário do Sindicato: Daqui a pouco, o Chávez (pseudo) ditador estará dando ordens no Brasil, isso se já não está fazendo nos bastidores...Quem duvída?
Na verdade, o papagaio de pirata é o presidente...


Fonte: A NOTÍCIA

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