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13/06/2007 - PARA LULA, VAVÁ É SÓ UM "LAMBARI"

Presidente defende o irmão e crítica os vazamentos na PF.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem, em São Paulo, que Genival Inácio da Silva, o Vavá, um dos irmãos dele, “está mais para ingênuo que para lobista”. “Duvido que o Vavá tenha conseguido fazer algum lobby na sua vida. É claro que aqui está a paixão do irmão, mas duvido que ele tenha feito algum lobby”, afirmou o presidente em entrevista, antes de participar de um congresso de metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Alvo

Lula atribui ao parentesco o fato de Vavá ter se tornado destaque na Operação realizada pela Polícia Federal.

Para o presidente, Vavá não era o principal alvo da Polícia Federal. “A PF pede a quebra do sigilo telefônico de uma pessoa, e se prepara para encontrar um cardume de pintados. E o Vavá, nesse caso, está mais para um lambari. Só que é um lambari especial, porque é irmão do presidente da República”, afirmou.

Vavá foi indiciado em inquérito da Polícia Federal, durante a Operação Xeque-mate, sob a acusação de atuar como lobista e praticar tráfico de influência no governo em favor de empresários que exploravam ilegalmente caça-níqueis.

Lula atribui ao parentesco o fato de Vavá ter se tornado alvo na Operação Xeque-mate, da Polícia Federal. “Obviamente pelo fato de o Vavá ser meu irmão, ele desperta muito mais atenção do que um criminoso ou alguém que tenha feito um lobby infinitamente maior. Só que ele é meu irmão, e ele tem que pagar o preço por isso”, disse.

Lula evitou comentar detalhes dos grampos telefônicos da PF porque, segundo ele, isso não é atribuição de um presidente da República. “Presidente não pode ficar respondendo sobre telefonema. Acho que é melhor esperar a investigação correta. Os que forem culpados serão punidos”, disse.

De acordo com o presidente, o irmão se comporta como um pai para toda a família. “Fui ao Vavá há 15 dias e o achei abatido, envelhecido. Na próxima vez em que vier a São Paulo, vou visitá-lo outra vez. Tenho carinho especial. Ele é um paizão da família, cuida de todo mundo”, declarou.

Lula voltou a reclamar do vazamento de informações das operações policiais. “Dependendo, se houver briga política, as pessoas vão pingando para um jornal uma coisa, para outro outra coisa, e as pessoas, sem poder se defender, vão sendo execradas. Como sou republicano, acho que nós precisamos fazer a apuração correta.”

“Estou vivendo momento de reflexão do que está acontecendo. Temos processo de escuta telefônica que deveria ser sigiloso e todo dia há uma nova informação que não sabemos se é verdadeira, que é truncada”, disse.

Você acha que o presidente Lula sabia do envolvimento dos irmãos?
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Após saber de grampo, Frei Chico passa mal

O irmão do presidente Lula, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, foi internado às 23h40 de segunda-feira no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas, em São Paulo, acometido de “mal súbito”, segundo seu advogado e amigo, Iberê Bandeira de Mello.

Com histórico de dois enfartes, que sofreu há alguns anos, Frei Chico foi apanhado pelos grampos da Operação Xeque-mate alertando Genival Inácio da Silva, o Vavá, e irmão mais velho, sobre reprimenda que levaria do irmão-presidente, por causa de suas investidas em ministérios. Ele foi liberado por volta das 17h30 de ontem e seguiu para casa, depois de fazer vários exames.

A conversa ocorreu 15 dias antes da operação ser deflagrada, às 20 horas e 2 minutos de um domingo. Vavá diz que ia a Brasília naqueles dias, e o interlocutor, que para a PF era Roberto, responde. “Não vai sem falar comigo não, porque tem umas broncas da po...” Curioso, Vavá indaga: “De que?” E ouve como resposta: “Não sei Vavá, depois eu te falo”, e mudam de assunto.

Para a PF, o interlocutor era Roberto, pois eles se chamam por esse nome no diálogo. Antes de desligarem, Vavá cita novamente a ida para Brasília e diz que vai conversar com o Lula. E ouve como resposta: “Lula quer que você vá lá um dia para conversar com ele à noite. Ele quer que eu vá com você. Quer conversar na casa dele, tranqüilo”. E conclui: “Eu quero saber, porque tem umas broncas lá, porque você anda apresentando uma pessoa no ministério. Depois eu falo.”
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Compadre de presidente será solto amanhã

Preso no dia 4 por suspeita de envolvimento com máfia de caça-níqueis, o empresário Dario Morelli Filho, compadre do presidente Lula, deve recuperar a liberdade a partir de amanhã. Nesse horário, caduca a prisão temporária decretada pela Justiça Federal de Mato Grosso do Sul.

Ontem, a Polícia Federal (PF) pediu a decretação da prisão preventiva de 11 acusados de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis. Morelli e o irmão mais velho de Lula, Genival Inácio da Silva, o Vavá, ambos indiciados no inquérito, não foram incluídos no grupo. Vavá teve pedido de prisão temporária negado pela Justiça no início da operação.

O regime de prisão preventiva é mais severo que o temporário porque o suspeito fica detido até o julgamento do processo – a menos que consiga habeas corpus em um tribunal superior.

Morelli foi capturado em seu apartamento, em Diadema (SP), no dia 4. Ele é acusado de fazer parte de sociedade que explora o bingo.

Formalmente, a PF enquadrou o compadre do presidente pelos crimes de quadrilha, contrabando e falsidade ideológica. Morelli foi flagrado pelo grampo telefônico em conversas com os principais suspeitos da Xeque-mate. Ele também foi avisado antecipadamente sobre a operação da PF, conforme mostram os grampos.

Milton Fernando Talzi, advogado de Morelli, disse que o empresário não foi incluído no topo da organização. “Não há nenhuma prova de que Morelli tenha envolvimento com atividades ilícitas”, afirmou. A PF atribui a ele sociedade em uma casa da máquinas caça-níqueis, a Deck Vídeo Bingo, aberta por um laranja.


Fonte: A NOTÍCIA

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