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18/06/2007 - SEMANA DECISIVA PARA CALHEIROS...

No fio da Navalha

Senador tem maioria e deve ser inocentado no Conselho

Senadores da base aliada e de oposição apostam que o Conselho de Ética vai determinar, em sessão marcada para amanhã, o arquivamento do processo contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por quebra de decoro parlamentar.

A previsão é de que Renan escape ileso com pelo menos 9 dos 15 votos do colegiado, depois que a Polícia Federal (PF) der parecer pela autenticidade dos documentos que ele apresentou para justificar seus rendimentos e o pagamento de pensão à jornalista Mônica Veloso.

“A situação do senador Renan melhorou no Conselho. Não há predisposição para levá-lo para a guilhotina de qualquer maneira”, afirmou o senador Renato Casagrande (PSB-ES). “Se essa perícia da PF comprovar que todas as operações são explicáveis, tudo bem para o senador. Se para quem ele vendeu o gado usou nome falso, nome fantasia, isso não é problema do Renan.”

Parecer

A tentativa de arquivamento do processo contra o presidente do Senado, por seus aliados, já fracassou três vezes.

A estratégia dos governistas e da oposição para absolver o presidente do Senado será baseada na perícia dos documentos que ele apresentou em sua defesa. O desfecho esperado principalmente pelos aliados de Renan, contudo, depende de não surgirem fatos novos que comprometam novamente sua defesa. A tentativa de arquivamento do processo, a partir do parecer do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA), já fracassou três vezes.

A proposta é de que a análise da documentação pare por aí, limitando-se a verificar a autenticidade das notas fiscais apresentadas pelo presidente do Senado para justificar seus rendimentos com a venda de gado. O Conselho de Ética não deverá ir em frente com as investigações sobre o conhecimento ou não de Renan sobre a legalidade das transações comerciais de venda de gado para frigoríficos e açougues de Alagoas. Ou seja: o conteúdo da documentação não será averiguado pelo conselho.

“Pode até ser verdade que o senador Renan não sabia de nada, de como foram feitas essas negociações, mas isso precisa ser averiguado. Não dá para ficar só na autenticidade dos documentos sem analisar o conteúdo”, defendeu o senador Pedro Simon (PMDB-RS). Ele e o senador Jarbas Vasconcellos (PE) são os únicos peemedebistas favoráveis ao aprofundamento das investigações.

Diante da provável declaração de autenticidade dos documentos reunidos pela defesa – embora eles revelem pouco sobre as negociações – os senadores do Conselho de Ética deverão absolver o presidente do Senado, com o arquivamento do processo por falta de decoro parlamentar. A expectativa é de que os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Jefferson Péres (PDT-AM) fiquem sozinhos na defesa do avanço nas investigações.

Nem mesmo os depoimentos previstos para hoje, no Conselho, deverão mudar o placar favorável a Renan. A blindagem em torno do presidente do Senado dentro do PSDB ganhou força com a intervenção do governador de Alagoas, Teotônio Vilella. Amigo pessoal de Renan, o governador pediu pessoalmente aos senadores Marconi Perillo (GO) e Marisa Serrano (MS) para votar pelo arquivamento do processo.

As questões mal explicadas

O caso do lobista:

A primeira suspeita envolvendo Calheiros é o relacionamento com o lobista da Mendes Júnior, Cláudio Gontijo. Ele teria bancado as despesas do senador, entre 2004 e 2005, com a pensão e aluguel para a jornalista Mônica Veloso, com quem Calheiros tem uma filha. O senador alega que Gontijo só entregava o dinheiro.

O caso dos recibos:

Para comprovar que as despesas foram pagas com recursos próprios, Calheiros apresentou cheques, extratos bancários e recibos referentes à venda de gado em Alagoas. Mas só entregou ao Senado. Depois de tornada pública, a documentação apresentou irregularidades, como notas frias.

O gerente das fazendas de Calheiros, Everaldo de Lima Silva, diz que o núsenador diz ter, 1,7 mil, seria bem menor (1,1 mil cabeças, ao todo).
Duas das seis empresas que compraram gado do senador foram multadas por extravio de notas fiscais.
João Teixeira dos Santos, de 82 anos, sócio-gerente da Carnal Carnes de Alagoas, já inativa, para quem o senador teria vendido R$ 127 mil em gado, diz que nunca deu cheque nem comprou animais de Calheiros.

O dono de outra empresa, que está fechada, foi multado em R$ 680 mil por extravio de notas e está com o CPF suspenso. Cinco recibos apresentados pelo senador são posteriores ao fechamento.

O proprietário do açougue Stop Carnes, Elzir de Souza Silva, confirma que comprou animais do senador, mas não sabe dizer quantos, nem tem recibos. Apesar de estar em funcionamento, a empresa aparece como inativa no cadastro da Fazenda Estadual.

O maior comprador do peemedebista, o açougue São Jorge, em Benedito Bentes (AL), declarou faturamento de R$ 23 mil em 2006. O senador diz que vendeu R$ 429 mil em bois no local.

As principais dúvidas

Se o senador diz ser dono do dinheiro dado mensalmente à jornalista, por que então ele não faria transferência bancárias, em vez de entregar a quantia em um envelope, pelas mãos de Gontijo?
Por que, na defesa que fez no Congresso, Calheiros só levou documentos que comprovam os pagamentos de pensão após o reconhecimento da paternidade, que ocorreu em dezembro de 2005?

Por que Calheiros disse não ter como provar que arcou com as despesas anteriores a dezembro de 2005, se no dia seguinte seu advogado apresentou a documentação?

Por que os extratos que confirmam os pagamentos eram feitos por Calheiros, não pelo lobista Gontijo, ficaram sob sigilo no Senado e não foram tornados públicos como os outros?

Se o senador diz ter renda suficiente, vinda de negócios agropecuários, para bancar a pensão e o aluguel da filha, por que esses documentos também ficaram sob sigilo?

Por que alguns dos compradores de gado relacionados pelo senador negam ter feito negócio, mesmo tendo notas fiscais em nome de empresas das quais são sócios?

Por que Calheiros solta documentos a conta-gotas em vez de dar fim às dúvidas de uma vez? Por que não apresentou todas as provas para comprovar as transações agropecuárias?

Comentário do Sindicato: Esse é o ex homem da tropa de choque do Collor...Aquele que sacaneou com os trabalhadores e com a "POUPANÇA" DO POVO.


Fonte: A NOTÍCIA

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