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16/07/2007 - APARELHAMENTO PETISTA...

ADMINISTRAÇÃO.

Dez funcionários do Banco do Brasil que foram promovidos contribuíram para eleição de Ricardo Berzoini à Câmara dos Deputados, conforme mostra cruzamento de dados do TSE com a folha da instituição

OS PROMOVIDOS
Melhores cargos no BB e doações
para campanha de Berzoini

Antonio Carlos Faustino
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogado a gerente-geral do núcleo jurídico de Bauru (SP)

Carlos Alberto Siciliano
Doação: R$9 mil
Promoção: de técnico para responsável pelo departamento de recuperação de crédito em Brasília. Pediu exoneração em junho deste ano

Edison Magnani
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogado a chefe- adjunto da assessoria jurídica de São Paulo

Eder Magnani
Doação: R$5 mil
Promoção: de técnico da área de tecnologia do BB para executivo da área de recursos humanos da Cobra, subsidiária do banco. Deixou a empresa em 2006 para ser consultor privado

José Augusto Moreira de Carvalho
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogado a supervisor jurídico de São Paulo

José Luiz Guimarães Júnior
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogado do BB para consultor jurídico da Previ, o fundo de pensão dos empregados do banco

Márcia Rocco de Castilho
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogada para chefe-adjunta da assessoria jurídica de São Paulo

Paulo Assunção de Souza
Doação: R$10 mil
Promoção: de sindicalista a presidente da Brasilcap, empresa na qual o BB tem participação. Saiu no início deste ano

Paulo César Guerche
Doação: R$9 mil
Promoção: de advogado a gerente-geral do núcleo jurídico de Ribeirão Preto (SP)

Roberto Luiz Berzoini
Doação: R$5 mil
Promoção: de técnico para gerente-executivo de logística. Está cotado para ser diretor da área

Quem acaba de subir com o apoio de Berzoini
José Luís Prola Salinas
De auditor-chefe para vice-presidente de Tecnologia e Logística da instituição

Quem está para subir com o apoio do deputado
Joaquim de Cerqueira César
De chefe da assessoria jurídica de São Paulo para diretor jurídico do BB


Tentáculos no BB

VICENTE NUNES
E UGO BRAGA
DA EQUIPE DO CORREIO

Presidente nacional do PT, o deputado Ricardo Berzoini (SP) está se fortalecendo no Banco do Brasil (BB), do qual é funcionário. Desde que seu partido chegou ao poder com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, ele vem se esmerando para alavancar a carreira de vários companheiros bancários como ele.

Um grupo seleto (10 pessoas) conseguiu, com o prestígio do
colega, subir de cargos pouco glamorosos para outros bem melhores. E devolveu a gentileza com doações à campanha que garantiu mais quatro anos a Berzoini na Câmara dos Deputados.

Os registros mandados pelo parlamentar
à Justiça Eleitoral revelam que os
amigos abriram a carteira e destinaram
quase 10% de todo o salário do ano passado
para financiar sua campanha política.

É muita amizade. Curiosamente,
conforme mostram dados do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) cruzados com
registros da folha de pessoal do Banco do
Brasil, a maior parcela dos funcionários
que doaram dinheiro ao comitê eleitoral
do presidente do PT está lotada numa
área estratégica: a assessoria jurídica do
banco em São Paulo (Ajure), cuja responsabilidade
é cobrar, na Justiça, dívidas
de grandes empresas inadimplentes.

Nesse lugar, trabalham Edison Magnani,
promovido da função de advogado
para chefe-adjunto da assessoria. Ele
contribuiu com R$ 9 mil à campanha de
Berzoini em 2006.

A também
advogada Márcia
Rocco de Castilho teve a
mesma trajetória e hoje
responde por uma chefiaadjunta
da Ajure. Sua contribuição
ao parlamentar:
exatos R$ 9 mil. José Augusto
Moreira de Carvalho,
cuja doação também
foi de R$ 9 mil, passou de
advogado a supervisor jurídico do BB.

Dois outros funcionários da Ajure
preferiram alçar outros vôos. Foram chefiar
importantes postos do banco no interior
paulista. Antonio Carlos Faustino
foi alçado a gerente-geral do Núcleo Jurídico
de Bauru — doou R$ 9 mil a Berzoini.
Paulo César Guerche optou pela gerência-
geral do Núcleo Jurídico de Ribeirão
Preto, maior pólo produtor de álcool
e açúcar do Brasil. Doação de Guerche a
Berzoini: R$ 9 mil. O responsável por toda
essa turma é Joaquim Portes de Cerqueira
César, que saiu de chefe-adjunto
para a chefia-geral da Ajure e aguarda,
ansioso, com o apoio do amigo deputado,
ser nomeado diretor jurídico do BB.
Tal promoção, ressalte-se, Cerqueira
César aguarda há anos. No primeiro
mandato de Lula, ele acabou
preterido em favor
do sobrinho, José Luís de
Cerqueira César, escolhido
por Berzoini para a vice-
presidência de Tecnologia
e Logística do BB,
dona de um orçamento
anual de R$ 1,2 bilhão.

José Luís, conhecido por
“Mexirica”, acabou deixando
o cargo no ano passado, quando o
então presidente do BB, Rossano Maranhão,
afastou uma leva de petistas de
postos estratégicos do BB.
Dois assessores de “Mexirica” acabaram
entrando na onda de promoções.
Éder Magnani saiu da área de tecnologia
do BB para a gerência de Recursos
Humanos da Cobra, empresa de
informática controlada pelo banco. E
só não ocupou o cargo de diretor por
causa de uma ampla auditoria realizada
na companhia, cujos resultados são
mantidos em segredo até hoje e que resultou
em seu afastamento. Mais modesto,
Éder contribuiu com R$ 5 mil na
campanha do ano passado. Roberto
Luiz Berzoini, irmão do deputado e
doador de R$ 5 mil, passou de técnico
para gerente-executivo da área de logística,
um cargo disputadíssimo, e sonha
em se tornar diretor do setor.

A vice-presidência de Tecnologia e
Logística, por sinal, tornou-se um alvo
de Berzoini. Depois de brigar nos bastidores
do governo, ele conseguiu emplacar,
na última sexta-feira, José Luís Prola
Salinas, para o cargo. Salinas era auditorchefe
do BB. Berzoini também não esqueceu
Paulo Assunção de Souza, companheiro
de longa data das brigas sindicais
e colega de banco — o deputado é
funcionário de carreira da instituição.

Até o início deste ano, Souza foi o presidente
da Brasilcap, subsidiária do BB para
a área de capitalização, e doou R$ 10
mil ao amigo. O parlamentar recebeu
ainda ajuda de R$ 9 mil de José Luiz Guimarães
Júnior, que de advogado do BB
passou a ser consultor jurídico da Previ,
o poderoso fundo de pensão dos empregados
do banco, e outros R$ 9 mil de Carlos
Alberto Siciliano, que até junho deste
ano atuava no departamento de recuperação
de crédito de Brasília.

Quem analisa a lista de doadores de
Berzoini espanta-se com o fato de sete
dos 10 amigos ligados ao BB terem contribuído
com a mesma quantia, R$ 9
mil, à campanha do deputado. Há duas
explicações para isso. Em média, eles
recebem R$ 120 mil por ano de salário.
Como a lei prevê que pessoas físicas
podem doar, no máximo, 10% da renda
anual a campanhas eleitorais, eles ficaram
próximo desse limite. Pura coincidência:
qualquer contribuição acima
de R$ 10 mil deve ser comunicada ao
Conselho de Atividades Financeiras
(Coaf ), órgão que combate a lavagem
de dinheiro no Brasil.

Apesar de todas as doações à campanha
de Berzoini serem públicas e legítimas
— principalmente, pela proximidade
dele com os doadores — o deputado
se recusou a comentar o assunto. Nenhum
dos doadores respondeu aos pedidos
de entrevista feitos pelo Correio.
Como os demais, o Banco do Brasil optou
pelo silêncio.
AJUDA
R$ 9 MIL
foi a doação mais
comum a Berzoini
Tentáculos no BB


Fonte: CORREIO BRAZILIENSE

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