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23/07/2007 - CENTRAL SINDICAL COMUNISTA

Ricardo Patah: Comerciário será o presidente da nova central UGT, que se antecipou à entidade dos comunistas Antes mesmo de o governo federal enviar ao Congresso a medida provisória que legaliza as centrais sindicais e redistribui os recursos do imposto sindical, duas entidades surgem entre os trabalhadores. Ontem, foi criada a União Geral dos Trabalhadores (UGT), fundindo três centrais sindicais.

Outra entidade, sob o nome de Central Classista dos Trabalhadores, deverá ser formalizada até o fim do ano, comandada sobretudo pelo PCdoB.
Recém criada, a UGT une a Central Geral dos Trabalhadores (CGT), Social Democracia Sindical (SDS) e Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT), e terá a participação de cerca de mil sindicatos, com aproximadamente 8 milhões de trabalhadores. O futuro presidente da UGT, Ricardo Patah, disse que a central espera arrecadar de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões por ano com o imposto sindical. "Não é muito para o intenso trabalho de capilarização que teremos, em todo o país", disse Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Já a central dos comunistas começará com um tamanho modesto, ainda indefinido, e deverá ficar com uma parcela pequena no rateio do imposto sindical.

A medida provisória está prevista para chegar ao Congresso entre agosto e setembro. Ao reconhecer a legalidade das centrais, o governo dará metade dos 20% que cabem à União na distribuição do imposto, que corresponde a um dia de serviço descontado do trabalhador. Só no ano passado, arrecadou mais de R$ 1 bilhão.

Presentes ao lançamento da UGT, os ministros Luiz Marinho (Previdência) e Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência) analisaram que a criação da central não mudará a relação do governo com os sindicalistas. "Pouco se altera, porque Lula tem sido muito aberto ao diálogo", afirmou Dulci. "A UGT resultará em uma central sindical forte, com líderes muito experientes, com peso e capacidade de negociação maiores. Será bom para o país", disse. A central declara-se pluripartidária, com representantes do PPS, PDT e alguns partidos de centro e de direita.

Mais à esquerda, a central prevista pelo PCdoB poderá alavancar as pretensões eleitorais dos comunistas já em 2008, na eleição municipal. O braço sindical do PCdoB reforçará também o bloco parlamentar de esquerda, composto, além do PCdoB, pelo PPS, PDT e PSB, e marcará a independência do grupo em relação ao PT.

Abrigada na CUT, a Corrente Sindical Classista comanda a construção da nova central e planeja convocar já nos próximos meses um congresso para oficializar o desligamento. A Corrente é uma das tendências políticas da central e é composta majoritariamente por integrantes do PCdoB. À frente dela, está o vice-presidente da CUT, Wagner Gomes, que integrou a chapa do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) em 2002.

"Temos mais de 500 sindicatos no Brasil com propostas diferentes de organização, com opiniões políticas distintas", explica Gomes. "Esse grupo quer ganhar visibilidade", diz. No congresso da CUT, eles levaram 16% dos delegados.

O bloco comunista que hoje está na CUT pretende criar a nova central de esquerda às vésperas de ano eleitoral. O PCdoB quer eleger mais prefeitos no próximo pleito . A aposta dos dissidentes é atrair sindicatos da Força Sindical e de centrais menores. A própria Força reforça o bloco de esquerda, com o apoio maciço do PDT. Apesar da estreita ligação com o PCdoB, Gomes nega que a central nasça vinculada a qualquer partido político. "Garantimos nossa independência em relação aos partidos políticos", observa. "Mas não será apolítica".

A direção nacional do PCdoB justifica a criação de uma nova entidade pelo "atual quadro político e sindical brasileiro", que "exige um novo patamar na busca pela unidade do movimento e coesão da luta dos trabalhadores". "Acho difícil conseguir um espaço maior dentro dessa central", disse Wagner Gomes, vice da CUT. Os comunistas pregam um "novo projeto de desenvolvimento com soberania e valorização do trabalho".

Para o presidente da CUT, Artur Henrique da Silva Santos, a iniciativa da tendência Corrente Sindical Classista é a busca por maior visibilidade eleitoral. "O que está em discussão é mais a questão partidária do que sindical. As divergências internas sempre existiram, mas o que o PCdoB quer é construir uma identidade sindical maior e isso acaba se refletindo criação da central", analisou Artur.

A CUT ainda tenta negociar a permanência do grupo comunista na central. "Defendemos que eles não saiam da entidade", disse o presidente da CUT. "Ainda acredito na existência de uma única central sindical de esquerda", disse João Felício, secretário nacional sindical do PT e de relações internacionais da CUT. Não será a primeira vez que PT e PCdoB estarão em centrais diferentes. Antes de entrar na CUT, criada em 1983, o PCdoB estava na CGT. Só nove anos depois, com alianças eleitorais entre PT e PCdoB, os comunistas ingressaram na entidade.


Fonte: VALOR ECONÔMICO

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