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30/07/2007 - UM PAÍS À VENDA?

Miro Hildebrando.
Doutor em Economia/vbrando@uniplac.net.

Notícias nos chegam que centenas de investidores internacionais vêm ao País interessados em adquirir ativos brasileiros. Alguns se interessam por participações minoritárias em empresas, outros pelo seu controle; outros querem fazendas e imóveis em geral; uns poucos querem construir seu pequeno paraíso particular. Grandes negócios à vista em mineração, metalurgia, petroquímica, telecomunicações, siderurgia, rodovias, portos, aviação, armamento, energia, óleo e gás, agroindústria, logística, imobiliária e serviços em geral.

Em apaixonada discussão com colegas, surgiu a idéia de que tais aquisições poderiam incluir a Rua das Palmeiras, em Joinville; o Morro Grande, em Lages; a Unochapecó ou a ponte Hercílio Luz, em Florianópolis.

Os compradores poderiam ser investidores argentinos ou portugueses, idéia que provocou uma reação neutra; sugeri que poderiam ser ingleses, o que gerou leve desconforto, e, ao mencionar americanos, notei uma reação negativa.

Aqui cabem algumas reflexões: o investidor estrangeiro iria levar a Rua das Palmeiras ou o Morro Grande? Talvez fechar a universidade e desmontar a ponte Hercílio Luz para reconstruí-la em outro país?

Segundo, qual a diferença entre capitais franceses, coreanos ou espanhóis? A não ser que se considere algum fator político ou rejeição por algum país específico – como os Estados Unidos –, não há nenhuma diferença: a cor do dinheiro é a mesma.

Terceiro, haveria rejeição na compra de uma empresa brasileira falida ou em dificuldades?

Aparentemente, nenhuma. E na compra de uma boa empresa brasileira? Aqui, uma certa hesitação, que aumentou quando sugeri que capitais externos poderiam adquirir uma grande empresa pertencente ao governo.

A rejeição que então brotou foi como alguma forma de condicionamento que veio à tona e fez com que (quase) todos se opusessem a venda de alguma de nossas estatais – nossas vacas sagradas –, possivelmente incluída em alguma “área estratégica”, a misteriosa classificação que quase sempre provoca um peculiar estado de indignação. Mario Henrique Simonsen, o engenheiro e príncipe dos economistas brasileiros, quando ainda ministro da Fazenda, declarava que o governo “não admitiria avanços (dos estrangeiros) nas áreas da energia, telecomunicações ou financeira”. Como os tempos mudaram...

Se a irritação patriótica se concentra em alguns países, então não se trata de nacionalismo e sim de simples ojeriza; em se tratando de estatais, lembremos das questões de eficiência e produtividade, em que praticamente todas falham. E se a questão é desnacionalização, poderíamos perguntar que “bicho é esse?” considerando que a globalização é um processo cada vez mais abrangente. Não se pode esperar um refluxo ou interrupção desse processo – que obrigue, por exemplo, à concentração nos mercados internos – mas, sim, uma expansão dos contratos e negócios, de transferências multilaterais, de interdependência tecnológica e financeira e do peso cada vez maior dos fluxos de comércio para a geração da riqueza e do crescimento econômico.

Fenômenos como a comunicação cada vez maior através da imprensa – escrita, televisionada ou instantânea (como websites interativos, blogs, chats e e-mails) –, o peso da opinião pública nacional e internacional, a rápida difusão de hábitos, a imediata absorção do conhecimento e da inovação e o inevitável impacto do efeito demonstração entre as nações, tudo nos leva exatamente naquela direção. A única maneira de interromper a marcha batida desse processo seriam guerras ou catástrofes naturais.

Pretender o contrário é exatamente isso: simples pretensão.


Fonte: A NOTÍCIA

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